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Resumen Jaime Labastida, director de la Academia mexicana cumple este 2019 ochenta años. Con México y los grandes enigmas humanos como constantes temáticas que articulan toda su obra, su obra muestra dos momentos distintos. Mientras que entre 1960 y 1981, en consonancia con la ideología marxista y nacionalista, Labastida adopta la expresión de una especie de tlatoani, desde 1991, tras diez años sin publicar poesía, se percibe en su trayectoria un vuelco notable que se concretó en una más intensa recurrencia a lo universal en todo lo publicado a partir de la última década del siglo. Este cambio tiene relación con la llamada condición “postmexicana” tal como la define Roger Bartra (1999): “entra en crisis la cultura política nacionalista que había sustentado al Estado” por lo cual muchos mexicanos sienten que “la realidad nacional está derrumbándose”. Puesto que la poesía de Labastida responde a las circunstancias sociales y políticas descritas, estas páginas proponen una lectura de la misma que atienda a su evolución como síntoma artístico coherente con el sentir de una importante parte de la intelectualidad mexicana de nuestra época.
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Resumen Desde 1996 ha existido un esfuerzo por incluir la crisis ambiental en las agendas de los estudios literarios. La relación entre lo que llamamos medioambiente y literatura ha sido histórica y étnicamente curiosa, por decirlo con cautela. Las apropiaciones culturales y los supuestos ambientales se unen a hábitats específicos y, en ciertos casos, a usos peculiares del lenguaje. Camuflaxe de Lupe Gómez (Fisteús 1972- ) constituye un ejemplo de esta índole. Este artículo versa sobre cómo Gómez se apoya en una práctica del lenguaje que comprende semiosis humana y no-humana, afectando tanto la base epistémica del lector como el lenguaje poético mismo. Para probarlo, empleo términos acuñados por Eduardo Kohn, como semiosis de los bosques, y por David Abrams, como ecocosmología. Cómo es que Camuflaxe ejemplifica otra manera de aprender y experimentar, y cómo renueva el lenguaje poético a través de esta semiosis, queda por ser analizado en este artículo.
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This paper starts from the turn of modernist discourse and epistemology to postmodernity. It seeks to highlight some central aspects of the proximity between postmodern philosophical thought and current hermeneutic translation theory, aiming to argue translation as a possible epistemé of postmodernity, where the static notions of the original or the authentic, the other or the foreign have already been replaced by more dynamic notions such as "text traductif" (Nouss) and migrant/migration. Based on the philosophical perspectives proposed by Derrida, Foucault, Lyotard, Welsch, and Nouss, it shall be argued that a) translation is exemplarily postmodern in its capacity to critically re-write history, ideologies, and systems, representing a dynamics that is both ethical and aesthetic, both universal and local, both psychological and sociological; and b) that paratranslation functions as its interrelated space of critical, meta-translational and transdiscursive thinking.
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Like the generation connected with the Lisbon-based journal Orpheu, the group connected with the journal Presença also embraced satire comfortably and understood it as one of the components that most accentuates the critical dimension of the artist’s multifaceted personality. In this article, which seeks to fill a void in the studies of the Presença group, I assert that their satire is one of the processes through which the personality of the poet is revealed in confrontation with the world and with others. But satire and satiric notes are also expressions of the dialogical alterity of an egotistical I-poet with his Id and his Superego (Freud). The satire of José Régio and Miguel Torga is a force that comes from a person conscious of his uniqueness and of his will to impose the sovereignty of his psychic voice on reality or on a sometimes imposing hyper-reality.
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La propuesta de la presente ponencia es la de realizar un abordaje del poemario Praga (1982) del escritor Manuel Vázquez Montalbán (1939-2003), a partir del rastreo del vínculo entre poesía y memoria. La alusión lateral a un episodio central de la
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Dividida em oito livros – "Poema Feio", "Folclore Íntimo", "Livro de Maldições", "O Resto da Minha Alegria", "Útero", "A Cobrição das Filhas", "Três Minutos antes de a Maré Encher" e "A Remoção das Almas" –, Publicação da Mortalidade é a terceira "poesia reunida" de Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 1971), depois de Folclore Íntimo (2008) e de Contabilidade (2010). (...) A avaliar pelo itinerário poético de Valter Hugo Mãe e pelo que o autor afirma nas notas autorais das suas duas primeiras coletâneas de "poesia reunida", publicação da mortalidade anuncia futuras recolhas de poemas. Se é de esperar que ao poeta interessará que esse novo livro seja "a passagem para um tempo outro mas como um estádio intermédio e nunca uma fixação definitiva", já quando acontecerá essa nova publicação é, no mínimo, imprevisível. Apenas dois anos (de 2008 para 2010) separaram as duas primeiras recolhas, enquanto que da segunda para a terceira há um intervalo de quase uma década.
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Em Portugal, as sátiras barroca e neoclássica recuperam a musa pedestre horaciana tão apreciada pela sátira galego-portuguesa e pelo Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, e desse modo ampliam de novo o espectro satírico. Reatualiza-se, no barroco e no neoclassicismo portugueses, a contradição entre os princípios teóricos de moderação linguística e temática e a prática poética, com alguns poetas a não se coibirem de usar os termos mais desbragados e as imagens mais cruas e realistas e mesmo hiperrealistas. Neste artigo, através de um comentário crítico aos tratados poéticos barrocos e neoclássicos portugueses ou divulgados em Portugal que abordam a questão da sátira, procuraremos evidenciar essa incompatibilidade.
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Em 2016, Victor Correia publicou o livro Fernando Pessoa: a Homossexualidade, a Identidade de Género, e as Mulheres (Paris: Nota de Rodapé Edições), mas a obra não beneficiou da repercussão crítica e pública que o volume Homossexualidade e Homoerotismo em Fernando Pessoa provavelmente terá. A tiragem foi curta, numa editora pequena que, entretanto, fechou, e a esta vicissitude soma-se o tipo de textos selecionados: excertos, não, como neste livro, composições integrais.
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