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Ao fazer o balanço de quase meio século de estudos de mulher, coloca-se um dilema interessante. Vale a pena lutar mais cinqüenta anos para a integração, até agora não conseguida, das mulheres autoras no Cânone e na História da Literatura brasileira? Ou será que a própria ordem do seu discurso convencional impede a partilha desse espaço nacional privilegiado? Repensar funções e funcionamentos altamente politizados que tiveram nos séculos XIX e XX a historiografia das Literaturas nacionais e os cânones por ela estabelecidos, abre outros caminhos de outras historiografias e histórias para as quais uma arqueologia crítica do saber convencional, trazendo novas transgressões, subversões e descentramentos, permitirá esboçar novos itinerários.Abstract: Striking a balance of nearly fifty years of women’s studies, brings up an interesting dilemma. Should women fight fifty years more for the not yet realized integration of women-writers into the Canon and History of Brazilian Literature? Or should they realize that the order itself of its historiographical discourse makes the division or sharing of this privileged part of national territory impossible? Rethinking and questioning the highly politicized functions of literary historiography and its canons in the XIXth and XXth century, opens new ways of making historiography, history and canons, for which an archaeology of conventional knowledge brings up new transgressions, subversions and decentralizations and traces new itineraries.Keywords: Historiography; Order of discourse; Politics, Sexuality; Woman-author.
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No presente trabalho, pretende-se realizar uma investigação acerca das relações entre melancolia, enunciação e literatura, especificamente, em três grandes nomes da poesia contemporânea em língua portuguesa: Noémia de Sousa (Moçambique), Florbela Espanca (Portugal) e Ana Cristina Cesar (Brasil). Para tanto, foram selecionados textos em que se verifica a recorrência da dicção melancólica como traço constituinte da lírica de cada uma das poetisas. Pretende-se, com tal análise, verificar que a constituição de uma poética da melancolia nessas autoras, resguardados os devidos panoramas histórico-culturais, instaura-se no limiar entre os questionamentos existenciais do indivíduo e a crítica aos modelos institucionais e às questões políticas e sociais vigentes, estabelecendo um processo que reverbera uma melancolia coletiva na voz do eu-lírico.
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Abstract: In the world of Mexican poetry of the 20th and 21st centuries an intense melancholy can be seen. Poets such as Ramon López Velarde, Xavier Villaurrutia, Efraín Huerta, Jaime Labastida, Francisco Hernández or Marco Antonio Campos, among others, may be clearly set into this poetic mode. Each one of these authors has dealt with one or several of the many expressions related to melancholy, from tedium to erotic impulse, patriotic passion or more often, anguish provoked by illness, suicide and death. Given my belief that Jaime Sabines’work springs from melancholic humor, particularly from some of its symptoms described in philosophy, sociology or anthropology, and since this may explain his retreat from writing quite a few years before his death, this article approaches Sabines´ poetry taking into account some of the most relevant and well-known studies on melancholy (Agamben, Bartra, Paz, Castro Santiago or Arancibia). Resumen: En el mapa de la poesía mexicana de los siglos XX y XXI se aprecia una intensa presencia del carácter melancólico. En esta línea podrían ubicarse Ramón López Velarde, Xavier Villaurrutia, Efraín Huerta, Jaime Labastida, Francisco Hernández o Marco Antonio Campos, entre otros. Cada uno de estos autores ha poetizado algunas de las múltiples caras de la tristeza, desde el tedio y el abatimiento hasta la exacerbación erótica, la pasión patriótica o, más frecuentemente, la angustia por la enfermedad, el suicidio y la muerte. Dada mi convicción de que la obra de Jaime Sabines es fruto del humor melancólico –en particular de algunas de las manifestaciones de éste descritas desde la filosofía, la sociología y la antropología– y puesto que puede explicar su casi completa renuncia a la creación poética bastantes años antes de su muerte, este trabajo lee al autor chiapaneco a la luz de algunos destacados estudios sobre la melancolía (Agamben, Bartra, Paz, Castro Santiago o Arancibia).
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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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A poesia oral não pode ser compreendida fora da estrutura social em que vive, nem o funcionamento da comunidade pode ser integralmente apreendido sem um conhecimento da sua poesia de transmissão oral. Por isso, neste estudo, influenciado pelo pensamento de José de Almeida Pavão Júnior e Paul Zumthor, procuramos demonstrar que uma abordagem séria da poesia oral não pode fixar-se unicamente no âmbito do literário, nem apenas nos seus aspectos culturais, antropológicos e sociológicos. A poesia oral, como as tradições em geral, só existe porque cumpre funções. Refletir sobre este aspecto é também pensar sobre o contexto social e cultural da performance literária, a idiossincrasia dos poetas-intérpretes e do grupo social, as diferentes espécies, a linguagem e o estilo, as circunstâncias da composição, da transmissão e da recepção dos textos.
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The published works of Andi Nachon (Buenos Aires, 1970) comprise more than half a dozen single-authored collections of poetry, inclusion in several recent anthologies, and her own anthology of Argentine women poets. Her name appears in articles and works on recent poetry from Argentina, as in Diana Bellessi’s La pequeña voz del mundo. She also gives frequent readings on the Buenos Aires poetry circuit. Her work, though, lacks a sustained critical study. This is surprising. Nachon’s poetry occupies, in form and technique, a space between the dominant trends of 80s and 90s poetry – broadly speaking, the neobarroco and objectivismo – whilst her themes take in contemporary pop culture, political memory and resistance, and what might be termed the psychogeography of the city. Ambiguity – of subject or narrative position; of syntax; of geographical or physical position; and of gender – characterizes much of her work. For these and other reasons, a detailed reading of a selection of poems from throughout her career is somewhat overdue. This paper sets out to examine a number aspects of her poetry: the context from which her earliest work emerges; its development of novel forms of address, in relation to comparable near-contemporary poets; explorations of space, including a form of psychogeography, in both her early collections and her volume Taiga (2000); the subtle political engagements found in her poetry, including a later collection Plaza real (2004); before looking at her most recent poetry and its interaction with non-poetic forms. Questions of the lyric and what has been called by Baltrusch and Lourido (2012) and Casas (2012), amongst others, “non-lyric poetry”, are central to these analyses.
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The article presents the celebrated peleja (verse exchange) between Inácio da Catingueira and Romano da Mãe d'Água in the Brazilian North-East. The polemic peleja de cordel (a kind of chapbook), which evokes a poetic contest that allegedly took place in 1874 or 1875 in Recife, is regarded as the first of a kind that forms one of the most important phases in Brazilian cordel literature. On the one side stands a slave poet and on the other a landowner; each aims to defend and to characterize the race and social class to which he belongs. The article aims to demonstrate the influence of scientific thinking in popular literature, particularly with regard to ethnic and cultural miscegenation.
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La guaracha, como otras manifestaciones de la cultura oral americana, no ha recibido una justa atención crítica, a pesar de ser un género destacadísimo en la producción popular de Cuba y el Caribe, carencia que este trabajo pretende paliar. Enraizada en el cruce de las tradiciones culturales indígena, hispana y africana, y ligada al proverbial choteo cubano, la guaracha ha recorrido un largo trayecto desde sus inicios en el teatro bufo hasta hoy, fundiéndose con otras modalidades lírico-musicales como muestra de su versatilidad y capacidad de adaptación a los tiempos. Se ilustran las características poéticas de este género a través del análisis de algunas letras de Faustino Oramas "El guayabero", quien alcanzó una notable popularidad en toda Cuba a finales del siglo XX. Similar to other manifestations of oral tradition in American culture, the guaracha has not received its deserved attention from critics, despite being an incredibly prominent genre of popular production in Cuba and the Caribbean. It is this lack of attention that this article intends to remedy. Rooted in the intersection of Indigenous, Hispanic, and African cultures and bound to the proverbial Cuban banter, the guaracha has journeyed from its beginnings in the bufo theatre to its current merging with other lyrical-musical forms, demonstrating its versatility and ability to adapt with the times. Through analyses of lyrics by Faustino Oramas – also known as "The guayabero" – who reached noteworthy popularity throughout Cuba at the end of the 20th century, the poetic characteristics of the genre shine through.
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This article explores the semantic implications of the concept of tedio through a comparative analysis of Rosalia de Castro´s novel, Flavio, and Edgar Allan Poe’s tale, «The Man of the Crowd». Like spleen and ennui, hispanic tedio is an emotional concept inseparable from the industrial dynamic of the modern city. In this sense, it can be read as a symptom of the profound modification of aesthetic and sociological aspects of narrative which took place in the second half of the XIX century.
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Tomam-se como corpora três folhetos de literatura de cordel para discutir sobre os modos de construção do conceito de identidade política, sua relação com a memória social e discursiva, os discursos repetíveis, os deslizamentos e as subversões de sentido. A análise de discurso considera que a identidade é um movimento que se faz na história e que, por isso, dá-se entre unidade e dispersão: refere-se às posições do sujeito, as chamadas identidades de posicionamento, e às suas filiações aos interdiscursos. O suporte teórico respalda-se em autores, tais como Michel Pêcheux, Dominique Maingueneau, Roberto DaMatta, Karina Kuschnir e Max Weber, que contribuem com reflexões pertinentes sobre o conceito de identidade política. Abstract: Three papers of the cordel literature were taken as "corpora" in order to discuss about the ways of building the concept of political identity, its relation with the social and discursive memories, with the repeatable discourses, with the slides and with the subversions of the senses. The discourse analysis considers that the identity is a movement made in history and, therefore, between unity and dispersion: it refers to the positions of the subject, what is known as “identities of position”, and its filiations to the inter-discourses. The theoretical support is based on authors such as Dominique Maingueneau, Roberto DaMatta, Karina Kuschnir and Max Weber who also contribute with pertinent considerations about the concept of political identity.
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Contemporary visual poetry remains as hybrid and experimental an artistic modality as it was in the 20th century, with a continued emphasis on mixing temporal and spatial elements in a dynamic verbal–sound–visual structure. These essential aspects and techniques, still at work today, which originated in simple pattern poems from earlier centuries, reached their peak of sophistication with the Concretists and Neoconcretists. Today, however, intermedia practices have a tendency to focus more on certain aspects of our technoculture that resonate with an ‘altered’ mode of perception, keen on exploring uncharted territories through the newest technologies and the speed of information. To illustrate this attraction to the functional use of technologies, I have selected two representative artists, Bartolome Ferrando and Eduardo Kac. Their radically different lines of work and artistic intentions reflect, nonetheless, a similar conception of poems as (bio)dynamic objects, existing as living art within a continuum of possibilities. Ferrando is more interested in exploring the possibilities of condensing movement in a 2-D or 3-D surface, whereas Kac wants his poetic performances to interfere with the essentials of life itself. These authors prioritize the importance of non-linear sequencing with the organization of multiple levels of information in micro-units of space-time in order to manipulate the standard experiences and expectations of readers.
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Se retoman algunas líneas que permitan explicar la manera en que se introduce en la literatura mexicana la perspectiva maldita o decadentista. Propuesta de un arte inmoral, con la vocación de cuestionar al burgués. Temas del erotismo en la literatura mexicana. Influencia de Baudelaire, RImbaud y Nietzsche en la literatura mexicana del modernismo y la vanguardia.
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En su tratado de poética, Horacio afirmaba que la literatura debía ser dulce y útil. Cientos de años después, en la primera mitad del siglo XX, George Bataille escribe: la literatura “no puede ser útil porque es la expresión del hombre ―de la parte esencial del hombre― y lo esencial en el hombre no es reductible a la utilidad”. Utilidad y literatura son excluyentes. Ya no se escribe para servir a los semejantes sino para “revelar a la soledad de todos una parte intangible que nadie someterá nunca”. El escritor debe ejercer su libertad, lo cual significa dejar atrás el servilismo. Este ejercicio a menudo lo destruye, pero eso lo hace más fuerte. Para este escritor francés, la literatura debe expresar la esencia humana porque, de lo contrario, no es literatura y una de las expresiones de esta esencia, la expresión soberana, dice el autor, es el mal, una forma del mal, que no supone la ausencia de moral sino que exige una hipermoral.
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A Literatura de Cordel, antiga tradição brasileira de origem européia, foi, durante muito tempo, reduto eminentemente masculino. Embora alguns estudiosos da cultura popular brasileira tenham identificado as mulheres como o principal arquivo das tradições orais, nota-se, nas antologias do gênero, a ausência de folhetos de autoria feminina, o que pode revelar, dentre outros fatores, uma faceta de preconceitos contra a mulher e a sua participação numa sociedade patricarcal. A pesquisa de campo realizada em diversos pontos de venda de cidades nordestinas e a busca nos principais acervos de cordel de Campina Grande, de João Pessoa, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo detectaram a presença de 70 mulheres cordelistas e 170 títulos. Depois da primeira mulher de que se tem notícia como autora de cordel, que publicou em 1938 sob pseudônimo masculino, somente a partir de 1970 é que se pode verificar manifestações de autoria assumidamente feminina. Na atualidade, mulheres, através da escrita de cordéis, denunciam uma realidade social e também anunciam perspectivas de vida. São professoras, psícologas, advogadas, dramaturgas, donas-de casa, que, utilizam-se dessa forma de manifestação da nossa cultura, deixam fluir sua poeticidade e através dela demonstram sue sentimentos, aspirações e visões de mundo, conslolidando uma identidade autoral e o espaçao feiminino na literatura de cordel.
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Resumen En este artículo se reflexiona sobre la función que tiene la poesía de la memoria de la Guerra Civil española en los espacios públicos, setenta años después del inicio de la guerra. A partir de dos poemas, "El campo de batalla" de Ángel González y "El pasado" de Luis García Montero, se lleva a cabo un análisis de los mecanismos de rememoración colectiva. Así, se presentan ambos poemas como homenaje a la lírica que se escribió y publicó durante la República y la Guerra, y como lugar de encuentro de la memoria de los vencidos. Palabras clave: Ángel González; Luis García Montero; Guerra Civil; Rivas Vaciamadrid. This article studies the function of the poetry of memory of the Spanish Civil War in public spheres, seventy years after the war. Focusing in two poems, "El campo de batalla" by Angel González and "El pasado" by Luis García Montero, an analysis of the mechanisms of collective remembrance is carried out. Thus, the two poems are presented as a homage to the lyric written and published during the Republic and the War, and also as a meeting point for the memory of the defeated. Keywords: Ángel González; Luis García Montero; Civil War; Rivas Vaciamadrid.
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En el presente trabajo nos proponemos revisar los trasiegos de la canción “de autor” a la luz de una de sus muchas relaciones con el campo literario: la musicalización de poetas consagrados. Esta operación de “traslado”, con el correr de las décadas, ha conformado un corpus dilatado en el tiempo y en el espacio, y registra, en términos teóricos, diversas travesías: de la letra a la voz (y al cuerpo), del libro al disco (y, consecuentemente, a los medios y al escenario), de la soledad de la lectura silenciosa a la recepción grupal, etc. Nuestro interés se centrará en el análisis de estas cuestiones generales y, asimismo, en el de dos ejemplos puntuales, Joan Manuel Serrat y Amancio Prada. En el cruce de imaginarios diversos y a menudo encontrados, estos autores nos ofrecen dos “figuras de artista” enlazadas, naturalmente, con las particulares operatorias de lectura –y puesta en letra– que realizan de una/s determinada/s tradición/es y modelos de la literatura española.
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O macrocampo onde a sátira oral se expande com o vigor cortante dos epigramas é o do elemento humano. Nesta forma de expressão pontuam figuras, tipos humanos e classes sociais que, pelos seus vícios, tiques ou ações, se tornaram objecto de derisão destrutiva. Categoria estética relegada, regra geral, para as franjas mais marginais do sistema semiótico literário oral tanto pelos intérpretes-autores como pelos estudiosos e pelos recetores – como não raro sucede na sátira da literatura tout court –, a sátira em verso constitui um instrumento ao serviço da nomeação daquilo que, num determinado momento histórico, é visto como degenerescência da sociedade ou como vício e maldade de alguns dos seus membros (pessoas e instituições).
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Tipo de recurso
Ano de publicação
- Entre 1900 e 1999 (6)
- Entre 2000 e 2026 (21)