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L'article desenvolupa una aproximació panoràmica a la poesia oral improvisada en llengua gallega i els seus usos i funcions socials actuals. Inclou una revisió dels marcs teòrics i metodològics comunament aplicats a la poesia oral improvisada, al mateix temps que promou la inclusió de metodologies transdisciplinars per a abordar aquestes pràctiques en les seves dimensions estètiques, socioculturals i polítiques. Reconstrueixo la història social del gènere emblemàtic de la poesia improvisada gallega, la regueifa, que al llarg del segle XX va anar perdent la seva funció en el context dels rituals epitalàmics per a convertir-se en un espectacle artístic associat tant a l'apropiació folklòrica com a la reivindicació sociocultural. A la part final s'estudien els usos de la regueifa en el context dels moviments socials crítics. S'aborden específicament les pràctiques desenvolupades pel feminisme per tal de reinscriure la regueifa en un programa d'intervenció social crítica amb l’hegemonia patriarcal.
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Este estudo1 quer demonstrar a importância do poético-político para toda a obra de José Saramago e sugerir a sua necessária revisitação a partir da filosofia e da política. Argumenta-se, tanto desde uma perspectiva geral como a partir da microanálise de um exemplo de Memorial do Convento, que a escrita saramaguiana se caracteriza por um poético-político não-lírico que excede a história narrada ou o livro publicado. Mostra-se como os grandes textos saramaguianos criam um poético-político e uma responsabilidade ética com base numa ontologia da liberdade inserida num contexto sóciohistórico.
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«This book offers an excellent gathering of research and perspectives, creating an innovative polyhedron to approach both the traditional and the new ...
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Partindo do colóquio "A crítica de Jorge de Sena", que teve lugar em novembro de 2019, aquando das comemorações do centenário do nascimento de Jorge de Sena, foram reunidos vários textos sobre a produção ensaística do autor - um formato em que foi tão bem sucedido como na poesia ou na ficção, mas que apresenta ainda espaço para exploração. Este livro visa, acima de tudo, sugerir novas formas de ler a crítica ensaísta de Jorge de Sena, por exemplo, sobre Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Shakespeare, literatura portuguesa ou brasileira, teoria da literatura, tradução, teatro ou cinema. Este volume, que resulta do Colóquio homónimo realizado no ano do centenário do nascimento de Jorge de Sena, reúne um conjunto de textos que incidem sobre a sua produção ensaística, atividade tão profícua quanto a de poeta ou ficcionista. Assim, destacando uma faceta menos escrutinada até agora, especialistas em diversas áreas escreveram sobre a crítica prolixa e atenta do escritor: de Pessoa a Camões, da literatura portuguesa a Shakespeare, da tradução à literatura brasileira, sem esquecer a teoria da literatura, e ainda o teatro e o cinema. Este livro é, pois, um convite a reler a crítica de Jorge de Sena e a refletir sobre os assuntos e os autores a que dedicou inúmeros estudos. Recordando as palavras de Sena em entrevista a O Tempo e o Modo, neste volume, os vários autores foram livres de questionar o seu juízo crítico, sem, no entanto, rejeitar a sua investigação.
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En 1917, y a la vuelta de su viaje a América para desposar a Zenobia Camprubí, Juan Ramón Jiménez publica Diario de un poeta recién casado, un libro revolucionario que inauguraba muchas de las vetas por las que discurriría la poesía hispánica posterior. El volumen Poesía cada día. El Diario de un poeta recién casado y la tradición del diario poético reúne contribuciones en las que diversos especialistas reflexionan sobre los antecedentes y precursores del poemario, examinan su lugar en el corpus juanramoniano, indagan en su especificidad genérica a partir de propuestas teóricas contemporáneas, y analizan su huella en autores posteriores como Luis García Montero u Homero Aridjis.
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Exposição organizada no âmbito da VII Conferência Internacional José Saramago da Universidade de Vigo. Vigo, 18-29 de Outubro de 2022 Esta mostra, organizada por ocasião da comemoração do centenário do nascimento de José Saramago (1922-2010), aborda a amizade e o fértil encontro entre o escritor e a pintora Graça Morais (n. 1948), testemunhados pelos trabalhos expostos, pela primeira vez, em reproduções de grande qualidade: 9 dos 10 desenhos concebidos pela artista para a segunda edição, há muito esgotada, do livro O Ano de 1993 (1987); e o retrato do escritor, inédito, executado algum tempo após o seu falecimento. O público é recebido pelo rosto sereno, pensativo e interpelador de José Saramago, eternizado por Graça Morais num retrato marcado pela estruturação das feições através de vigorosas pinceladas e manchas de suaves contrastes cromáticos. Esta obra constitui o exemplo de uma prática retratística que se pauta pelo compromisso entre o registo das qualidades fisionómicas do indivíduo retratado, e a captação de impressões mais subjetivas que remetem para aspetos psicológicos individuais, mas que permitem refletir, de um modo mais genérico, sobre a natureza humana. Nascida num pequeno povoado do interior nordeste de Portugal, Graça Morais formou-se em Pintura no Porto, passou por Paris, e acabou por se sediar em Lisboa na década de 1980, porém sempre mantendo um vínculo profundo com a sua aldeia. O seu universo pictórico reflete estas dinâmicas, desde logo através de uma consciente reivindicação das suas origens, formalizada através de referências diretas à sua terra e às suas gentes, um mundo de mulheres e de homens que soube abordar a partir de dentro. Por outro lado, há na sua obra um sentido universal que transcende estas evocações matriciais e locais, relacionado com as ancoragens da pintora à história da arte e à literatura, com os estímulos que recebe de acontecimentos mais globais, e com as suas motivações e reflexões mais íntimas.
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