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Indice dei contenuti: Fluxus e il corpo dell’elefante Manuela Gandini Achille Bonito Oliva FuturFluxus Ben Vautier De quoi est fait l’ego (2012) A la question: de quoi est fait l’ego Gino Di Maggio Libertà da, libertà di… George Maciunas L’iceberg Fluxus Fluxus with Tools Presentation-Performance Sandro Ricaldone Fluxus and Others Stella Succi Fluxus è «a-beta» Daniele Lombardi TreEffe Michel Giroud FLUXUS maintenant Irene Di Maggio Travelling (in)to Fluxus Gianluca Ranzi Impedimenta fluxorum
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La poesía está desnuda, siempre lo estuvo, a pesar de su corte de aduladores que nos dicen que solo se engalana con los más absurdos ropajes de su conveniencia. La extensa red de silencios, complicidades y favores que recubren su visibilidad, convertida en producto cultural de las élites, ha hecho imposible la evidencia: la poesía está desnuda y su historia tiene más que ver con la exclusión y el sectarismo, que con el rigor crítico e histórico. Mientras siga en manos de las élites intelectuales, ellas mismas producto de un nepotismo y un clientelismo servil y endogámico, mientras siga disuelta entre los mitos que esa misma élite intelectual sostiene, y mientras siga presa de una investigación crítica perezosa, enrocada en el precedente, la cita y la reproducción de las tesis de los facultados para favorecer la promoción discipular y académica, nunca sabremos qué es lo que ha pasado en nuestras letras. La historia quedará escrita como hasta ahora en función de mandarinatos, redes clientelares muy disciplinadas que tejen auténticas tramas de control e influencia institucional, políticas editoriales y operaciones de promoción de determinados relatos en consonancia con el discurso dominante y, de paso, silencian o barren toda disidencia, toda oposición. Sobre esta contradicción fundamental, la desnudez de la poesía y el exceso de vestuario producido por los que han querido agostarla a su gusto, se ha construido la historia de la poesía española contemporánea. Juicios que defienden los intereses de la familia o la tendencia, constituyendo una especie de egoísmo gregario que sólo protege sus intereses de grupo; unido, paradójicamente, a un fuerte individualismo y egocentrismo a la hora de juzgar la realidad no como lo que es, sino como a uno le parece que es, en tanto guerra por el significado y el control de la palabra, de cara a establecer un discurso totalitario y hegemónico, y la ignorancia de la ideología como un serio obstáculo para interpretar la realidad en la medida que la ideología construye lo real. Sobre estos pilares se construye hoy la poesía española y se impide el conocimiento liberador, pero los mitos y los ídolos no son obstáculos insalvables, más si, a cambio, lo que proponemos es una solución reactiva a unas prácticas amorales y prepotentes.
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Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.
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Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.
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In this article we try to show how the work of the Portuguese writerLiberto Cruz establishes a compromise between the poem as text freeof any ideological imposition and the poem as social and politicalaction; between the internal and personal experience of the authorand his commitment to the history of the country; between the selfsufficiency of the poem and its links to the larger world; betweencommunication and elevation; between the work’s expansion ofimage and semantics and the communication of feelings, emotionsand ideas; and between the textual “I” and the biographical “I”.
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Werne Wolf iniciava el seu treball “The lyric: Problems of Definition and Proposal for Reconceptualisation” (2005: 21-56) de forma irònica, però també amb lucidesa. L’obria amb una cita molt coneguda de Samuel Beckett, que recentment un tenista suís, Stan Wawrincka, s’ha tatuat a l’avantbraç: “Ever tried. Ever failed. No matter.// Try again. Fail again. Fail better” (Worstward Ho). De fet, potser el títol més escaient o l’advertència que haurien d’incloure tots els estudis de teoria poètica eixiria d’un escurçament del seu “La poesia: problemes”. No obstant, l’ambigüitat del nostre, “L’espai del poema”, permet plantejar alguns dels temes que es tracten en les pàgines d’aquest volum i esbossar uns alters.
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This essay is a brief study of translation as a practice of aesthetic resistance seen from a historical and philosophical perspective. Translation is perceived as the process of transition and negotiation within the ‘third space' between various different hybrid cultural contexts and their discursive constraints, and referred to as ‘paratranslation'. It summarises the first attempts to think of translation as an almost ‘holistic' paradigm and the aesthetics of intervention from Romantic philosophy onwards. It attempts to show how Walter Benjamin's master narrative, the utopia of ‘pure language', encourages continuous resistance to the totalitarianism of the idea of the ‘original', to aesthetics (within the sense of the perception of the real) and to dominant discourses. It subsequently defines the idea of ‘progress', which considers translation as aesthetic resistance, as a process of construction in constant deconstruction. It concludes by exemplifying the notion of translation as a paradigm of intervention in modernity with a brief analysis of the transcreation performed by Erin Mouré on Fernando Pessoa/Alberto Caeiro's poetic cycle, O Guardador de Rebanhos (The Keeper of Sheep).
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Conversamos con Chus Pato sobre a temática á que refire a convocatoria deste presente nº de Derritaxes, “Filosofía e literatura”, e comezamos facendo referencia explícita precisamente ao texto da convocatoria, a modo de introdución da conversa.
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