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A. O'Neill (1924-1986), Portuguese writer and poet
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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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Resumo Os poemas “À Inglaterra” e a “Marcha do Ódio” sobressaem na produção de Guerra Junqueiro como composições fundamentais e, mesmo, catalisadoras das reações ao Ultimato britânico de 1890. Neste artigo, propomo-nos evidenciar a capacidade comunicativa e argumentativa destes poemas, e esperamos contribuir quer para o (re)conhecimento, hoje, da sátira de Junqueiro (e da sátira em geral), quer para o conhecimento de um poeta que foi uma das figuras maiores do Portugal do último quartel do século XIX e das duas primeiras décadas do século XX.
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El presente trabajo estudia la poesía de Efraín Huerta (1914-1982) cuya obra evidencia el inconformismo y la afirmación permanente de una postura política, además de una acusada inclinación erótica. Dado que la producción poética del escritor de Guanajuato responde con pasmosa adecuación a las distintas manifestaciones del pensamiento melancólico descritas desde la filosofía y la antropología, este trabajo pone su tenciónsobre esa matriz de tristeza y nostalgia (tanto de los tonos como de los motivos y temas) que sustenta e impulsa el espíritu de rebeldía de la poética huertiana. Este enfoque, basado en ideas de autores como Agamben, Bartra, Paz y Juan Pablo Arancibia, permite entender toda la poesía de Efraín como un continuum coherente y comprobar la vertebración que existe entre poesía, política y pensamiento en toda su obra.
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Dans le sillage de la pensée de Jacques Rancière, on peut distinguer aujourd’hui deux aspects principaux généralement abordés par la poésie critique, décrite en principe comme celle qui suppose sa participation antagoniste à un certain conflit social, culturel ou politique. Le premier aspect consiste en la dimension publique du discours poétique, compris à la fois dans le sens politique de la participation à une certaine sphère publique locale / nationale ou globalisée (Jürgen Habermas, Nancy Fraser) ; le second aspect vise le sens physique de l’expression. Ce dernier aspect est associé à l’émergence du poème en dehors de la page imprimée, ce qui donne lieu à une exposition in situ, avec tout ce que cela implique surtout en rapport avec l’espace, la corporalité, l’intermédialité et la performativité (Middleton, Gräbner, Fischer-Lichte). Ce deuxième aspect est travaillé, dans ce type de poésie, en vue d’une nouvelle compréhension et représentation de la réalité et de la vérité, que cette poésie aspire à déployer, en quelque sorte, avec une efficacité éthique et politique, aussi bien qu’artistique. Je vais aborder ce sujet d’un point de vue théorique général et fournir des exemples en mettant particulièrement l’accent sur la poésie critique récente d’Antonio Méndez Rubio.
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Cet article propose une introduction au dossier éponyme "Poésie et espaces publics". Avant de résumer les différents articles, le texte s'efforce de présenter les principaux axes de l'inscription de la poésie dans les espaces publics aux XXe et XXI e s.: la sortie hors de la page (qui met au centre de l'attention le caractère multimédial et/ou la performance), ainsi que les fonctions d'une telle insertion, soit de socialisation, soit critique (sans que ces deux catégories s'excluent).
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La teoría del campo literario ha constituido una referencia importante para el estudio de literaturas definidas por su carácter subalterno o dependiente, y ha conocido interesantes desarrollos teóricos y aplicados en campos académicos como el gallego, el belga o el quebequés. Los modelos resultantes tienen varios elementos comunes, resultado de la crítica y de los ajustes metodológicos realizados sobre el marco teórico de partida. Entre estos últimos, destacan la consideración de una lógica nacionalista; la expansión de la idea de autonomía, entendida ahora en los sentidos estético, discursivo, e histórico-nacional; la identificación de especificidades en la estructura y el funcionamiento de este tipo de campos, así como la complementariedad con otras teorías del entorno empírico-sistémico. Los objetivos del artículo son el repaso de estos modelos y de las aplicaciones correlativas, la proyección de su rentabilidad en el espacio literario ibérico y, especialmente, el avance de pautas metodológicas para el estudio de la poesía. En relación con este último aspecto son estudiados determinados asuntos vertebrales: la identificación de habitus y principios de distinción; la inestabilidad de las relaciones entre canonización, subcampo de producción restringida, consagración, y vanguardia; o el papel asumido por la poesía en el reparto de funciones y capitales.
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- Entre 2000 e 2026 (230)