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A visibilidade da poesia de cordel esteve, tradicionalmente, associada às imagens masculinas, dotadas de discursos conservadores. O que não significa que as mulheres estavam ausentes deste universo literário, mas seus trabalhos não alcançavam a mesma projeção daqueles produzidos pelos homens. Apesar de, atualmente, termos proposto reflexões acerca da representatividade das mulheres em eventos, feiras, publicações e o reconhecimento da importância das poesias feitas por mulheres, ainda há constantes referências às mulheres de forma estigmatizada nos folhetos – nos versos, nas capas, nas palestras…
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Este livro reúne estudos de caso e reflexões teórico-conceituais que nasceram de investigações desenvolvidas por pesquisadores dos núcleos de estudos Tramas Comunicacionais e Neepec, inseridos na linha de pesquisa Textualidades Mediáticas do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. As pesquisas aqui reunidas têm como objeto emergências de questões de gênero a partir de diferentes mídias e processos comunicacionais (revistas, jornais impressos, cordel, telejornais, filmes, aplicativos, redes sociais, entre outros) , buscando desenvolver e revisar criticamente diferentes perspectivas discussões teórico-metodológicas implicadas.
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A. O'Neill (1924-1986), Portuguese writer and poet
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Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.
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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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Resumo Os poemas “À Inglaterra” e a “Marcha do Ódio” sobressaem na produção de Guerra Junqueiro como composições fundamentais e, mesmo, catalisadoras das reações ao Ultimato britânico de 1890. Neste artigo, propomo-nos evidenciar a capacidade comunicativa e argumentativa destes poemas, e esperamos contribuir quer para o (re)conhecimento, hoje, da sátira de Junqueiro (e da sátira em geral), quer para o conhecimento de um poeta que foi uma das figuras maiores do Portugal do último quartel do século XIX e das duas primeiras décadas do século XX.
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Graffuturism ist mittlerweile ein bekannter Begriff in der weltweiten Graffiti und Street-Art-Szene. Die Gruppe um den US-amerikanischen Graffitikünstler POESIA wurde im Februar 2010 in San Francisco gegründet und definiert sich über abstrakte Malereien mit der Spraydose, Mural Art oder Installationen wie beispielsweise die von Clemens Behr. "We use the word group as we don’t wish to define Graffuturism as a movement as we are a part of it. I think if it is defined as a movement it should come from outside sources. We leave it to others to label the semantics of what we are doing“ (POESIA) Der Name Graffuturism steht für die Weiterentwicklung von Aerosol und Graffiti Art, weg von Stylewriting und klassischen Graffiti der 70er und 80er Jahre der USA. Diese Gruppe von Graffitikünstlern geht einen eigenen Weg und hat noch viel vor. Bisher wurde das GRAFFUTURISM Projekt nur selten kompakt und in allen Facetten vorgestellt. Bisher im Rahmen von einigen wenigen Gruppenausstellungen. Im April 2013 hat die OPEN SPACE Galerie Paris 21 Künstler aus der Gruppe eingeladen um neue Arbeiten vorzustellen. "Its a surreal feeling sometimes when so many great artists you follow from afar are all together in one room appreciating each others work in real time. This is the real power of the group and what has been built. Graffuturism is an international phenomenon, one that has no home base or country. Because of this, these exhibitions are important. They allow us to meet each other shake hands, have a beer, and paint together. Each time we meet someone new, artists get to collaborate at times on walls. Things organically take shape. Paris was no exception, a trip filled with more unforgettable memories and another step on the road to our future." Wir haben die Gruppe in Paris besucht, mit Gilbert, Pener und dem Gründer Poesia kurz sprechen können. Samantha von der OPEN SPACE Galerie Paris stellt GRAFFUTURISM in unserer neuen 5 MINUTES Episode einleitend vor. Eine interessante Sicht auf die Dinge und mal wieder viel zu wenig Zeit um dieses schöne Projekt umfassend vorzustellen. Daher empfehlen wir einen Besuch der Website graffuturism.com. Dort finden sich Informationen und Bildmaterial zu allen Künstlern der Gruppe soowie aktuelle Informationen zu laufenden Projekten und Ausstellungen! Le Graffuturism est un mouvement protéiforme qui marque la transition vers un nouveau type d’art. Tout en faisant partie intégrante du graffiti, le Graffuturism évolue vers des œuvres plus abstraites et plus contemporaines : c’est la révolution du graffiti. Le Graffuturism est devenu une notion connue dans le milieu du graffiti et de la scène Street Art internationale. Le terme a été inventé par l'artiste Poesia, en février 2010 à San Francisco afin de définir le travail d'un groupement d'artistes s'étant émancipé du graffiti traditionnel- lettrage, personnage. Le Graffuturism se caractérise par des formes abstraites, géométriques ou figuratives faites à l’aérosol, en peintures murales, ou dans des installations comme celles de Clemens Behr. Pour la première fois, les différentes facettes du mouvement sont présentées dans une exposition collective, à travers la mise en lumière de 20 artistes français et internationaux, à la galerie Openspace à Paris.
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El presente trabajo estudia la poesía de Efraín Huerta (1914-1982) cuya obra evidencia el inconformismo y la afirmación permanente de una postura política, además de una acusada inclinación erótica. Dado que la producción poética del escritor de Guanajuato responde con pasmosa adecuación a las distintas manifestaciones del pensamiento melancólico descritas desde la filosofía y la antropología, este trabajo pone su tenciónsobre esa matriz de tristeza y nostalgia (tanto de los tonos como de los motivos y temas) que sustenta e impulsa el espíritu de rebeldía de la poética huertiana. Este enfoque, basado en ideas de autores como Agamben, Bartra, Paz y Juan Pablo Arancibia, permite entender toda la poesía de Efraín como un continuum coherente y comprobar la vertebración que existe entre poesía, política y pensamiento en toda su obra.
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Dans le sillage de la pensée de Jacques Rancière, on peut distinguer aujourd’hui deux aspects principaux généralement abordés par la poésie critique, décrite en principe comme celle qui suppose sa participation antagoniste à un certain conflit social, culturel ou politique. Le premier aspect consiste en la dimension publique du discours poétique, compris à la fois dans le sens politique de la participation à une certaine sphère publique locale / nationale ou globalisée (Jürgen Habermas, Nancy Fraser) ; le second aspect vise le sens physique de l’expression. Ce dernier aspect est associé à l’émergence du poème en dehors de la page imprimée, ce qui donne lieu à une exposition in situ, avec tout ce que cela implique surtout en rapport avec l’espace, la corporalité, l’intermédialité et la performativité (Middleton, Gräbner, Fischer-Lichte). Ce deuxième aspect est travaillé, dans ce type de poésie, en vue d’une nouvelle compréhension et représentation de la réalité et de la vérité, que cette poésie aspire à déployer, en quelque sorte, avec une efficacité éthique et politique, aussi bien qu’artistique. Je vais aborder ce sujet d’un point de vue théorique général et fournir des exemples en mettant particulièrement l’accent sur la poésie critique récente d’Antonio Méndez Rubio.
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Cet article propose une introduction au dossier éponyme "Poésie et espaces publics". Avant de résumer les différents articles, le texte s'efforce de présenter les principaux axes de l'inscription de la poésie dans les espaces publics aux XXe et XXI e s.: la sortie hors de la page (qui met au centre de l'attention le caractère multimédial et/ou la performance), ainsi que les fonctions d'une telle insertion, soit de socialisation, soit critique (sans que ces deux catégories s'excluent).
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Bei der 10. Ausgabe des Street Art Festivals IBUg Ende August 2015 wurde wieder gesprayt, gemalt und geschraubt was das Zeug hält. Hierfür wurde der alten Kaffeerösterei in Plauen ein neuer Anstrich verpasst. Neu dieses Jahr: Die IBUg zu Gast auf der OSTRALE Dresden. Fabrikhallen, Stahltüren, Schornsteine – auf der IBUg wurde alles zur Ausstellungsfläche. Ende August war es wieder soweit: 60 Street-Art-Künstler aus 11 Ländern verwandelten mit ihren Graffiti, Murals und Installationen die alte Kaffeerösterei in Plauen in eine Street-Art-Galerie. In einer einwöchigen Kreativphase tobten sich die Künstler auf dem Industriegelände aus und brachten an die Wand, was die Street-Art-Palette zu bieten hat. Am letzten Tag der Veranstaltung lassen wir uns über das Gelände führen und treffen dabei u.a. auf Künstler wie Florian Huber aus Hamburg, der auf dem Dach der Alten Kaffeerösterei mit der Münchener Graffiti Legende Loomit kollaboriert, und wir begegnen Tommi vom Kollektiv Quintessenz, Simo und Tasso, der dieses Jahr selbst aktiv mitwirkt. Zudem treffen wir Guido Zimmermann aus Frankfurt, der mit der Künstlerin Chinagirl Tile aus Wien zusammen arbeitet. Sie zeigt uns, wie man Keramik in ein Wandgemälde einarbeiten kann. Dr. Molrok erklärt seine Buchstaben-Installation aus Metall. Auf unserem Spaziergang entdecken wir auch jede Menge visuelle und installative Kunst, u.a. von Benuz aus Mexiko, Bond TruLuv aus Leipzig, Christian Rug aus Leipzig, Farbgefühl aus Jena, Herr Orm, HiFi, HNRX, Innerfields aus Berlin, KERA, Madame Moustache aus Montpellier, Majilina (Italy), Odourodessa aus Nürnberg, Theo Eifrig, Royal TS aus Leipzig, Zone56 oder auch Monarch aus Erfurt, der eine fantastische Skulptur gestaltet. Ins Leben gerufen wurde die IBUg 2006 vom Künstler Tasso in seiner Heimatstadt Meerane. Seitdem hat sich der Event zu einem international renommierten Festival entwickelt, das jedes Jahr Street-Art-Künstler aus aller Welt und mehrere Tausend Besucher anlockt. Mit solchen Dimensionen hatte Tasso, der 2006 eigentlich nur auf der Suche nach freien Flächen in Industriebrachen war, nicht gerechnet: "Ich hätte nie gedacht, dass die IBUg mal eine so große Sache wird." Die zehnte IBUg-Auflage ist gleichzeitig auch eine Premiere: Die meisten Brachen vergangener Jahre sind samt Kunstwerken längst abgerissen. Dagegen ist die Alte Kaffeerösterei mehr Kulturzentrum als Brache. Das ist neu, denn die entstandenen Arbeiten bleiben zum ersten Mal erhalten. Für die Künstler sei das eine Herausforderung, sagt Tasso. Die IBUg ist aber schon längst weit mehr als ein einmal im Jahr stattfindendes Event. Die Organisatoren wollen mit "IBUg on Tour" auch Schnittstelle zu anderen Projekten sein, die sich mit Street Art beschäftigen. Dieses Jahr kooperierte die IBUg dafür mit der OSTRALE, eine seit 2007 stattfindende Gruppenausstellung für zeitgenössische Kunst in einem ehemaligen Schlachthof in Dresden. *** La dixème édition du festival IBUg s'est tenue fin août 2015. Cette année, ce grand raout du streetart était jumelé à un autre grand rendez-vous : la Ostrale. Les équipes de 5 MINUTES étaient sur place. Fin août 2015, nous sommes retournés au IBUg, qui a eu lieu cette année à Plauen, dans la région du Vogtland, en Allemagne. Pour cette dixième édition du festival IBUg ("Industriebrachenumgestaltung" en version longue, littéralement "relooking de friches industrielles"), pas moins de 60 artistes de 11 pays avaient été invités, parmi lesquels des créatifs venus d’Allemagne, d’Autriche, de Suisse, de France, d’Espagne, d’Italie, de Biélorussie, d’Ukraine et même du Mexique. La manifestation s’est déroulée dans l’ancienne usine de torréfaction située dans le quartier de Haselbrunn, à Plauen. Durant une semaine dédiée à la créativité, ce monument de l’histoire industrielle saxonne a été transformé en œuvre d’art collective à coups de graffitis, de fresques, d’illustrations, d’installations et d’autres projets multimédias. Trois jours durant, les visiteurs ont pu en profiter et se laisser surprendre par l’éventail et la qualité des œuvres. Un programme en marge de ce week-end festivalier proposait également visites guidées, projections de films, conférences, discussions et soirées. L’IBUg a été créé en 2006 par l’artiste Tasso, qui souhaitait en faire un symposium du graffiti dans sa ville natale de Meerane. Depuis, la manifestation est devenue un festival de renommée internationale qui, année après année, attire des artistes de street art des quatre coins du globe et plusieurs milliers de visiteurs. Les organisateurs veulent montrer que l’art urbain ne perd rien de sa pertinence, même en dehors des grandes métropoles. "Jamais je n’aurais imaginé que l’IBUg allait prendre de telles proportions", a déclaré Tasso. En 2006, il s’est simplement mis en quête de surfaces libres dans les friches industrielles de sa ville, et une fois qu’il les a eues trouvées, il a créé un premier petit événement avec une quinzaine de ses amis artistes, afin de faire des expérimentations ludiques avec de vieilles installations, des pièces détachées de machines, des harnais, des fenêtres et des bâtiments insolites. Il ne s’agissait pas uniquement de tagger des murs. L’artiste âgé de 49 ans explique qu’"il s’agissait de s’adapter à l’environnement et de lui donner un nouveau visage en le peignant à l’aide de bombes ou de quoi que ce soit d’autre, en faisant des collages ou en bricolant". Aujourd’hui, dix ans plus tard, il a même fallu refuser des artistes qui voulaient participer. "La demande est telle que l’on pourrait organiser plusieurs IBUg". Après être resté quelques années à Meerane, le festival s’est déplacé à Crimmitschau, Glauchau et Zwickau. Mais cette dixième édition est également une première. En effet, la plupart des précédentes friches ont été rasées depuis longtemps, et les œuvres avec. "Le street art est intrinsèquement éphémère", a déclaré le coorganisateur Michael Lippold. En revanche, l’ancienne usine de torréfaction de Plauen est plus un centre culturel qu’une friche. Voilà la nouveauté. Les œuvres créées seront conservées. C’est à n’en pas douter un nouveau défi pour les artistes. Nous sommes arrivés sur place le dernier jour de la manifestation et, comme l’an passé, avons retrouvé Peter Thormeyer (attaché de presse de l’IBUg) pour une petite visite guidée de quelques heures. Nous avons rencontré entre autres artistes Florian Huber, de Hambourg, qui, cette année encore, a utilisé des clôtures pour ses installations, et a même eu l’occasion de collaborer avec le légendaire Loomit sur la cheminée de l’ancienne usine de torréfaction. Avec son œuvre, Florian a cherché, même si ce n’est que de manière symbolique, à préserver un monument de l’histoire industrielle à l’aide de clôtures soudées. Nous avons également croisé Tommi, du collectif Quintessenz, Simo et Tasso, qui a mis cette année la main à la pâte et n’a donc pas pu prendre part à notre petite balade. Nous avons vu Guido Zimmermann, de Francfort, qui a collaboré avec l’artiste viennoise Chinagirl Tile. Elle nous a montré comment on pouvait intégrer de la céramique dans une fresque murale, tandis que Dr. Molrok nous a expliqué son installation en métal en forme de lettre. Sur le site, nous avons également découvert toutes sortes d’œuvres visuelles et d’installation créées entre autres par Benuz du Mexique, Bond TruLuv de Leipzig, Christian Rug de Leipzig, Farbgefühl de Iéna, Herr Orm , HiFi, HNRX, Innerfields de Berlin, KERA, Madame Moustache de Montpellier, Majilina d’Italie, Odourodessa de Nuremberg, Theo Eifrig, Royal TS de Leipzig, Zone56 ou encore Monarch de Erfurt, qui a réalisé une sculpture fantastique. Mais l’IBUg n’a depuis longtemps plus lieu qu’une seule fois dans l’année. Les organisateurs souhaitent également jouer les intermédiaires avec d’autres projets dans le domaine du street art. Ils ont appelé cela "IBUg on Tour". Cette année, le festival coopère avec l’Ostrale, une exposition collective d’art contemporain qui, depuis 2007, a investi un ancien abattoir de Dresde. Cette année, parallèlement aux expositions sur l’art africain et sur des thèmes politiques d’actualité, l’Ostrale a décidé de mettre à l’honneur le graffiti et le street art. Des artistes de l’IBUg ont donc été invités à participer à cette exposition internationale dirigée par Anne Mrosowski et Florian Bölike de l’agence ATLJAE Kunstvermittlung. L’exposition surprend par sa collection riche et variée où se côtoient petites peintures murales, sculptures, photographies documentaires, vidéos artistiques, performances et installations spatiales multimédia conceptuelles. Nous avons regardé tout cela d’un peu plus près pour vous. L’exposition avait très clairement pour thème le graffiti dans l’espace public. Si elle ne répondait pas à la question : "Qu’est-ce que le graffiti ?", elle proposait cependant diverses interprétations personnelles du terme. Quand certains des artistes sont restés fidèles aux lettrages sous toutes leurs formes, d’autres ont en revanche mis leur bombe de côté et ont utilisé différents moyens et techniques afin de réfléchir sur leur longue pratique du graffiti, de la mettre en scène ou de la parodier, tant aux niveaux de la technique que du matériel utilisé ou du fond. Certains acteurs anonymes de la scène illégale ont exposé leurs œuvres sous des pseudonymes, tandis que d’autres ont abandonné leur alter ego pour se présenter sous leur vrai nom. L’exposition a volontairement cherché à offrir aux artistes travaillant légalement et illégalement une plate-forme qui les réunisse comme une grande famille. Car comme dans toute famille très élargie, tous les membres ont des conceptions artistiques assez similaires en raison de leurs origines communes, bien que ces positions soient encore trop souvent perçues par le public comme fondamentalement différentes.
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