A sua pesquisa
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Esta tese de doutoramento pretende nun primeiro momento afondar na historia e análise do grupo poético Rompente, así como no seu contexto social e cultural. A partir deste marco examínase o concepto vangarda e como se desenvolveu no espazo temporal da Transición á democracia e autonomía de Galiza. Desta forma, a dixitalización e establecemento da obra de Rompente en soporte dixital facilitará o posterior estudo e dotará a comunidade investigadora dunha serie de documentos que, en moitos casos, ficaron inéditos ou descatalogados, polo cal o seu acceso era difícil de encamiñar. Estes pretenden focalizar o discurso de vangarda na Transición e na construcción do campo literario galego nesta altura. Así, o marco cronolóxico que abrangue a investigación é o que corresponde ao período de 1975 (nacemento da formación) até 1983 (disolución do grupo). A partir das novas interpertacións verbo da Transición revísase o campo literario galego, especialmente no que atinxe ao xénero lírico, mais dende un prisma socioliterario. Paralelamente, o marco teórico empregado encádrase nas dinámicas sociolóxicas de P. Bourdieu, E. Sanguineti e X. González-Millán. Este modelo de traballo permítenos entender mellor o desenvolvemento do campo, o rol da vangarda como repertorio a camino entre ideoloxía, política e praxe literaria, e tamén para desglosar a historia do grupo Rompente da forma máis exhaustiva posible. A revisión de conceptos chave como literatura nacional, vangarda, posmodernidade ou vangarda posmoderna, historiografía ou desconstrucción forman parte da escrita da tese. Non se busca nesta investigación unha reflexión dende a teoría da literatura destes conceptos. Forman parte do modelo teórico e explícanse en documento anexo, así é como se aportan apuntamentos verbo das dinámicas destes termos e como foron entendidos e practicados neste momento da historia do campo. O grupo Rompente amosou no seu devalar tres tipos de escrita: a) ensaio, b) creación poética e c) performance e produción radiofónica. Desta forma, desenvolveranse dous tipos de análise paralelos. Por una banda imos atender a produción teórica (sempre en cotexo coa teorías contemporáneas e practicadas en campos paralelos), para nun seguinte capítulo entender mellor a praxe literaria emanada do grupo. Atendendo a este último espazo de análise imos destacar tres tipos de texto. En primeiro lugar teriamos o texto poético estrictu senso, no que se analizan os documentos publicados (Crebar as liras, Follas de Resistencia Poética, Silabario da turbina, Triloxía dos Tres Tristes Tigres e A dama que fala), o manifestó Fóra as vosas sucias mans de Manoel Antonio! e tamén aquelas colaboracións illadas en revistas da época. A performance sería a segunda liña de traballo do grupo, da cal daremos conta a partir das análises practicadas por axentes críticos como A. Kaprow ou R.-L Goldberg, pretendendo demostrar como na Transición se deron experiencias vanguardistas que empatan coas dinámicas máis innovadoras na esfera internacional. En último lugar focalizaremos a experiencia radiofónica con Radio Esquimal e aqueles textos inéditos que rescatamos para dixitalizar e dar a coñecer. Estes tamén os imos pór en diálogo con outras experiencias paralelas noutros campos como o traballo desenvolvido por S. Beckett. A nivel xeral, desenvolveranse diferentes interpretacións do fenómeno literario de vangarda e do concepto de ideoloxía. Considero que as teorías da socioloxía da literatura e as dos Cultural Studies poden amosar un rendemento óptimo, xa que se intenciona describir como o grupo Rompente desconstrúe socio-literariamente e ideoloxicamente a vangarda mundial para o campo literario galego.
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This study presents an analysis of the appropriation of public space by cultural producers in Cuba, with a focus on art collectives, in particular, OMNI Zona Franca from Alamar, east of Havana. Based on primary research conducted with the artists, cultural producers, and scholars, I discuss OMNI’s work in the context of the history and formation of a nascent movement for civil society in Cuba, locating the collective’s work within the matrix of alternative and African diasporic cultural production. The latter is framed as part of a historical continuum and in the context of the discussion of race that emerged in Cuba’s public sphere during the 1990s with a concurrent movement among black Cuban artists to address issues of race. Situating OMNI’s work in a longer history of Afro-Cuban cultural production in Cuba as well as within the history of art collectives this study demonstrates how OMNI’s participation in the public sphere relates to social practice, appropriation of space, alternativity, and the forging of a wide coalition of civil and artistic alternatives among diverse communities. I draw on discourses on the production of space, particularly those of Henri Lefebvre and Raymond Williams, and argue that the unique and specific history of Alamar provided a fertile ground for alternative culture where multiple and countercultural expressions could be incubated and take root. The struggle over public space and the attempts by artists to create an autonomous public sphere in Cuba have led to continual conflict with the state. Using Gramsci’s theorization of civil society as incorporating both the hegemonic and contestatory realms, I contend that the level of contestation in OMNI Zona Franca’s work should be seen as counter-hegemonic expression aimed at altering the status quo. Producing new social relations, the collective’s practice is offered as an example of how art and cultural production is inaugurating alternative counter-spaces in the context of a demand for a more inclusive and representative Revolutionary public sphere.
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INTRODUÇÃO / 01 1° Capítulo: Percursos Urbanos na Arte de Rua / 06 1.1 O Berço da Arte de Rua / 07 1.2 Filhos dos Guetos / 12 1.3 Passos para a Fama / 16 1.4 Guerra de Estilos / 18 1.5 A Expansão nas Mídias / 24 1.6 O Mercado do Graffiti / 27 2° Capítulo: 2 Ato Transgressor: O Artista na Rua / 32 2.1 O Risco Vale a Pena / 33 2.2 “Declare o Seu Amor à Cidade, São Paulo 450 anos” / 34 2.3 Caminhos na Contramão / 38 2.4 XARPI, Profissão Perigo / 42 2.5 A Pixação pela Porta da Frente / 50 2.6 Escrita Urbana / 57 3° Capítulo: 3 Circuitos Locais / 60 3.1 Graffiti Made in Brasil / 61 3.1.1 Artistas do Graffiti / 64 3.2. O Graffiti com Sotaque Carioca / 70 3.2.1. Graffiti de Periferia / 75 3.3. Antídoto Contra a Pixação / 77 CONSIDERAÇÕES FINAIS / 84 APÊNDICES / 90 Circuitos Locais - Galeria de Fotos / 91 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS / 102 *** Resumo Este estudo tem como objetivo contribuir para a compreensão da origem das intervençõesurbanas através do grafite contemporâneo, sua expansão no Brasil e de que forma aporta aocircuito das instituições oficiais da arte. Orientamos o escopo de nossa pesquisa no sentido deacompanhar a expansão do fenômeno do grafite como arte de rua no Brasil desde anos 1970 até o presente momento; o processo de crescimento dos dois vieses do grafite (pichação egrafite) nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro; de que forma o grafite se consagra comoum novo gênero artístico junto ao circuito institucional; e como o ensino do grafite vem sendovinculado a projetos sociais. Partindo desse recorte recorremos à análise da origem desse movimento nos Estados Unidos; a expansão da pichação nas grandes cidades brasileiras apartir de um contexto urbano, e o grafite como uma expressão juvenil que se impõe nessecenário; assim como aspectos e características da pichação em São Paulo e os processos demidiatização e hibridação cultural. Partindo de uma pesquisa documental, bibliográfica e decampo, buscou-se verificar as diferenças e contrastes entre a pichação e o grafite; quais osmétodos de intervenção, técnicas, materiais e estilos; a análise histórica dos artistas pioneiros no grafite na década de 1970 em São Paulo; assim como, o início do grafite no Rio de Janeironos anos 1980. Por fim, procurou-se entender o propósito de iniciativas que visam a oferta decursos e oficinas de grafite em projetos destinados aos jovens de comunidades de baixa rendano Estado do Rio de Janeiro. Abstract This study aims at contributing to an understanding of the origin of the urbaninterventions through the contemporary graffiti, its development in Brazil, and how itcontributes to the circuit of the official institutions of Art. We have decided to carry out ourresearch in order to monitor the expansion of the graffiti phenomenon as a street art in Brazilfrom the 1970s up to the present time, the process of the growth of the two types of graffiti(writings and picture graffiti) in São Paulo and in Rio de Janeiro; how graffiti has establisheditself as a new artistic genre within the institutional circuit; and how the teaching of graffitihas been connected to social projects. Considering the information collected, we have done ananalysis of the origin of this movement in the United States; the expansion of the graffiti inbig Brazilian cities from an urban context, and the graffiti as a youth expression which hasimposed itself in this scenario; as well as aspects of the writings ( pichação)in São Paulo, andthe processes of mediatization and cultural hybridization. From a documental, bibliographicaland field research, we have attempted to point out the differences and contrasts betweenwritings and picture graffiti; which were the intervention methods, the techniques, thematerials, the styles; the historical analysis of the pioneer artists in the 1970s in São Paulo; aswell as the beginning of graffiti in Rio de Janeiro in the 1980s. Finally, we have tried tounderstand the purpose of the initiatives which aim at offering courses and workshops aboutgraffiti in projects for young people from low-income communities in the state of Rio deJaneiro.
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En el presente trabajo se exploran las distintas formas que adopta esta vaga e intensa propensión al desasosiego, territorio común de la filosofía, la literatura y el arte, que llamamos melancolía. Dicha experiencia se manifiesta lo largo de la historia de nuestra cultura a través de distintas manifestaciones artísticas y literarias, expresadas en metáforas como el dolor, el hastío, el vacío, la ironía, el anhelo por lo absoluto, la tendencia a perderse en laberintos, la preocupación por el tiempo y el gusto por expresarse mediante el aforismo como una forma de sublimación de la visión fragmentada de la realidad, entre otros
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Resumo A presente dissertação se desenvolve acerca de uma das formas de arte característica da paisagem urbana contemporânea, o graffiti1. O fenômeno analisado remete tanto ao registro do cotidiano urbano na Antiguidade, como à ação subversiva de grupos marginais na década de 1970, em Nova Iorque. Além de apresentar uma breve abordagem histórica, caracterizando o graffiti como uma arte da rua, que vem ocupando espaços oficiais de exposição, este estudo, baseado em pesquisa desenvolvida na cidade de Vitória, capital do Estado brasileiro do Espírito Santo, analisa a inserção do graffiti na paisagem do lugar, como um fenômeno urbano insurgente. O estudo reconhece, então, a amplitude crescente da difusão da estética inerente ao graffiti em ambientes e mídias diversos, optando, porém, por abordá-lo em seu meio original: o espaço urbano, com destaque para seu aspecto transgressor. A pesquisa envolve identificação, classificação e análise das manifestações de graffiti estampadas no espaço urbano de Vitória a partir de percurso marcado por intensos fluxos cotidianos. O registro do graffiti por meio de levantamento cartográfico e fotográfico foi adotado como o principal suporte para analisar a inserção do fenômeno na cidade. Em caráter complementar, contribuíram para a compreensão da atividade artística em questão entrevistas realizadas com seus praticantes. O resultado do estudo reconhece no graffiti, entre outros aspectos, uma outra urbanidade que insurge a partir de um dos modos de vivenciar a cidade, deslocado das práticas oficiais urbanas, embora gradativamente cooptadas. Abstract This dissertation takes as its subject one of the most characteristic art forms on the contemporary urban landscape: graffiti. The topic in question deals as much with the depiction of daily urban life in the age of antiquity as the subversive actions of marginal groups in 1970s New York. Beyond presenting a brief historical overview, portraying graffiti as an art of the street which has come to occupy established exhibition spaces, this study, based on research carried out in Vitória, the capital city of the Brazilian state of Espírito Santo, analyses the placement of graffiti in the landscape of its locale, as an insurgent urban phenomenon. The study thus acknowledges the growing amplitude of the dissemination of the aesthetic inherent within graffiti in diverse platforms and mediums, opting however to explore it in its original environment: the urban space, with focus on its transgressive aspect. The research involves identification, classification and analysis of the manifestations of graffiti stamped upon the urban space of Vitória via a route marked by intense daily activity. The registering of graffiti by means of cartographic and photographical study was adopted as the principal support to analyse the presence of the phenomenon in the city. Complementing this, interviews carried out with graffiti artists further contribute to the comprehension of the artistic endeavour. The outcome of the study recognises in graffiti, amid other aspects, another urbanity which comes from one of the ways to experience the city, displaced from yet gradually integrated into official urban practices.
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Das Konzept der Öffentlichkeit ist ein fundamentaler Bestandteil des Selbstverständnisses der modernen demokratischen Gesellschaften, da es eine besondere Beziehung zwischen Gesellschaft und politischer Macht reflektiert und die Konstituierung eines Kommunikationsraums anzeigt, in dem sich eine öffentliche Meinung und ein kollektiver Wille herausbilden. Obwohl seine semantischen Wurzeln bis in die Antike zurückreichen, wurde das Konzept der Öffentlichkeit als solches erst im Laufe des 18. und 19. Jahrhunderts mit der Konsolidierung der bürgerlichen Gesellschaft definiert. Die programmatische Formulierung der Öffentlichkeit im Geiste der Aufklärung weicht jedoch von ihrer durch wirtschaftliche, soziale und kulturelle Beschränkungen bedingten unvollkommenen Umsetzung ab, aufgrund derer die Öffentlichkeit schon seit dem 19. Jahrhundert als Fiktion der bürgerlichen Gesellschaft kritisiert wurde. Jürgen Habermas hat den Prozess der Herausbildung der modernen Öffentlichkeit in Zusammenhang mit der Entwicklung der Medien beschrieben, wobei er gleichzeitig ihre normativen Grundlagen herausstellte und ihr aufklärerisches Potential innerhalb eines Modells der deliberativen Demokratie einforderte, das auf der Möglichkeit der rationalen Regulierung der Kommunikation durch die Strukturen der Sprache selbst beruht. Das hier entstehende Modell der Öffentlichkeit stößt allerdings bei seiner faktischen Umsetzung auf eine Hürde, nämlich die ambivalente Rolle der Massenmedien in der öffentlichen Kommunikation. Diese können die Kommunikationskreisläufe einer Zivilgesellschaft dynamisieren, sich andererseits aber auch in den Dienst von Formen politischer oder ökonomischer Macht stellen. Das Aufkommen des Internets verändert dieses Panorama der öffentlichen Kommunikation. Durch die Eröffnung eines allgemeinen Zugangs zu einem Raum interaktiver Kommunikation konfiguriert die neue Technologie die Öffentlichkeit neu und lässt erstmals eine weitestmögliche Annäherung an das von Habermas formulierte Ideal der gleichberechtigten und symmetrischen Kommunikation ohne Ausgrenzung vorstellbar werden. In der Realität jedoch erscheint die computervermittelte Kommunikation weniger argumentativ und konsensorientiert, als das habermassche Modell der Kommunikation postuliert; das Internet kann sich vielmehr unter Umständen als agonaler Raum erweisen, nämlich dann, wenn sich in ihm ein politischer Kampf um Hegemonie abspielt, aber auch, wenn es im elementaren Sinne zu einem Spielraum wird, in dem die illokutiven Zwänge des argumentativen Austauschs außer Kraft gesetzt werden. Angesichts der jüngsten Entwicklungen des Internet fällt auch auf, dass es sich in phänomenologischem Sinne als öffentlicher Raum konstituiert, indem es ein allgemeines Erscheinen vor anderen ermöglicht, welches zu Zeiten der Vorherrschaft der Massenmedien einigen wenigen vorbehalten war. Der Raum der virtuellen neuen Öffentlichkeit wird damit nicht nur zu einer Bühne für kollektive (sub)politische Äußerungen, sondern auch für persönliche Inszenierungen, und reflektiert damit eine erneute Verschiebung der Grenzen zwischen dem Öffentlichen und dem Privaten, aus der sich schließlich die Frage ergibt, weshalb die Aufrechterhaltung ebendieser Grenzen überhaupt notwendig bzw. wünschenswert ist.
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El Graffiti Movement alcanza Europa en los años 80 e irrumpe en Madrid a mediados de esta década, renovando el discurso mural tradicional. Dadas las peculiaridades sociales y urbanísticas de sus barrios, se implanta en Vallecas temprana y prolíficamente. Así, Vallecas se erige como un excelente exponente para descubrir el particular proceso de introducción y enraizamiento de esta modalidad de graffiti, sus calves conceptuales, organizativas y operativas, su evolución técnica, formal e iconográfica, las características sociológicas, espaciales y linguísticas que envuelven su desarrollo y los factores exógenos y endógenos que modelan esta muestra espontánea de la creación gráfica y la manifestación artística populares, al margen del arte institucional. Como base de este estudio, no obstante, se emprende la tarea de encuadrar el Graffiti Movement vallecano tanto dentro de la propia historia del movimiento, como de una cartografía del graffiti como medio de comunicación no oficial, pero tradicional, y de las grandes corrientes contemporáneas, tanto grafiteras antiestéticas sociales o estético-musicales.
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La poesie peu a peu institutionnalisee comme genre a partir de la Renaissance est, depuis la fin du XIXeme siecle, le lieu d'un profond renouvellement. Non seulement elle change, mais elle tend aussi a modifier nos conceptions de l'ecriture et de la representation du monde. Durant ce que McLuhan a appele l'ere gutenberg, il etait evident que la poesie etait une pratique liee a des formes et a des themes specifiques; aujourd'hui, elle ne peut plus etre consideree du point de vue d'un genre; c'est en tout cas ce que je tente de montrer dans ces pages. L'opposer a la prose n'est plus pertinent, la cantonner a certaines representations du monde ne rend pas compte du role qu'elle joue actuellement. Ce phenomene que j'analyse est directement lie a la chute des valeurs liees a l'humanisme. La veritable rupture semble s'etre operee apres la deuxieme guerre mondile et l'utilisation de la technologie la plus avancee pour perpetrer des crimes (je pense au nazisme mais aussi aux bombes atomiques). J'analyse les possibilites de l'ecriture poetique a partir de cette situation particuliere et troublante. Alors que dans ce contexte plusieurs tendances s'affrontent aujourd'hui: retour a une ecriture versifiee, echec ou impossibilite de la poesie ... etc. j'ai prefere tenter de replacer la poesie dans un contexte plus large, en mettant face a face deux epoques qui encadrent celle de son institutionalisation dans le monde de l'ecrit: le Moyen Age dont la communication etait liee a un discours oral versifie et notre epoque dont les pratiques discursives relevent de plus en plus de l'electronique et d'une oralite dite secondaire. J'ai ainsi pu realiser des ponts entre ces deux epoques; ils m'ont permis de mieux comprendre la maniere dont on a represente et institutionnalise la poesie occidentale depuis la Renaissance puis de pouvoir analyser quelques enjeux actuels. A partir d'une conception plus orale de notre monde et de ses moyens de communication (techniques audiovisuelles, autoroute de l'information, ecriture journalistiques, ... etc.) j'ai essaye de replacer ce que j'appelle plus volontiers le poeme dans une vaste pratique discursive. Bien des categories ne peuvent ainsi plus se penser de la meme maniere qu'auparavant. Le sujet ne s'oppose plus a l'objet, l'auteur au lecteur, le signe au referent, par exemple. Au regard de tous ces concepts binaires qui sautent et des enjeux de l'oralite contemporaine, il m'a semble que l'on ne peut plus releguer le poeme a quelques modes de representation du reel. Il se produit plutot dans et a travers le reel qu'il elabore simultanement: impossible de les separer, ni de delimiter leurs frontieres discursives. C'est aussi dans ce sens que le poeme fait partie et produit le vaste renouvellement de nos conceptions actuelles
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