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Like the generation connected with the Lisbon-based journal Orpheu, the group connected with the journal Presença also embraced satire comfortably and understood it as one of the components that most accentuates the critical dimension of the artist’s multifaceted personality. In this article, which seeks to fill a void in the studies of the Presença group, I assert that their satire is one of the processes through which the personality of the poet is revealed in confrontation with the world and with others. But satire and satiric notes are also expressions of the dialogical alterity of an egotistical I-poet with his Id and his Superego (Freud). The satire of José Régio and Miguel Torga is a force that comes from a person conscious of his uniqueness and of his will to impose the sovereignty of his psychic voice on reality or on a sometimes imposing hyper-reality.
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Em 2016, Victor Correia publicou o livro Fernando Pessoa: a Homossexualidade, a Identidade de Género, e as Mulheres (Paris: Nota de Rodapé Edições), mas a obra não beneficiou da repercussão crítica e pública que o volume Homossexualidade e Homoerotismo em Fernando Pessoa provavelmente terá. A tiragem foi curta, numa editora pequena que, entretanto, fechou, e a esta vicissitude soma-se o tipo de textos selecionados: excertos, não, como neste livro, composições integrais.
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No presente trabalho, pretende-se realizar uma investigação acerca das relações entre melancolia, enunciação e literatura, especificamente, em três grandes nomes da poesia contemporânea em língua portuguesa: Noémia de Sousa (Moçambique), Florbela Espanca (Portugal) e Ana Cristina Cesar (Brasil). Para tanto, foram selecionados textos em que se verifica a recorrência da dicção melancólica como traço constituinte da lírica de cada uma das poetisas. Pretende-se, com tal análise, verificar que a constituição de uma poética da melancolia nessas autoras, resguardados os devidos panoramas histórico-culturais, instaura-se no limiar entre os questionamentos existenciais do indivíduo e a crítica aos modelos institucionais e às questões políticas e sociais vigentes, estabelecendo um processo que reverbera uma melancolia coletiva na voz do eu-lírico.
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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.
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A poesia oral não pode ser compreendida fora da estrutura social em que vive, nem o funcionamento da comunidade pode ser integralmente apreendido sem um conhecimento da sua poesia de transmissão oral. Por isso, neste estudo, influenciado pelo pensamento de José de Almeida Pavão Júnior e Paul Zumthor, procuramos demonstrar que uma abordagem séria da poesia oral não pode fixar-se unicamente no âmbito do literário, nem apenas nos seus aspectos culturais, antropológicos e sociológicos. A poesia oral, como as tradições em geral, só existe porque cumpre funções. Refletir sobre este aspecto é também pensar sobre o contexto social e cultural da performance literária, a idiossincrasia dos poetas-intérpretes e do grupo social, as diferentes espécies, a linguagem e o estilo, as circunstâncias da composição, da transmissão e da recepção dos textos.
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Artes poéticas mexicana (de los Contemporáneos a la actualidad) nace de la necesidad de abordar un aspecto esencia a la hora de acercarnos a la poesía, el estudio, el análisis detallado de aquellos poemas en los que los escritores, en este caso mexcianos, intentan dilucidar y en ocasiones exponer su postura ante el hecho poeético, y ello desde una perspectiva que sin duda es fruto de toda una tradición pero a la que se acude para registrar una visión candente de la poesía. Este volumen parte de un estudio general, panorámico, en el que se analizan las diferentes propuestas metapoéticas desde los Contemporáneos hasta las últimas tendencias. A esta primera aportación le siguen estudios específicos de las artes poéticas de algunos poetas (Xavier Villaurrutia, Jorge Cuesta, Gilberto Owen, Octavio Paz, Efraín Huerta, Rosario Castellanos, Jaime Sabines, Gabriel Zaid, José Emilio Pacheco, Hormero Aridjis, Francisco Hernández, Alberto Blanco, Vicente Quirarte, Julián Herbert; y una reflexión sobre poesía mexicana reciente a partir del estudio de los metapoemas de algunas poetas), muestra de la buena salud de la que las artes poéticas siguen gozando en México. El lector podrá comprobar en estas páginas cómo con el paso de los años la concepción de lo poético ha ido variando y aportando nuevas formas de entender aquello que podríamos denominar la esencia de la poesía desde la misma poesía.
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Werne Wolf iniciava el seu treball “The lyric: Problems of Definition and Proposal for Reconceptualisation” (2005: 21-56) de forma irònica, però també amb lucidesa. L’obria amb una cita molt coneguda de Samuel Beckett, que recentment un tenista suís, Stan Wawrincka, s’ha tatuat a l’avantbraç: “Ever tried. Ever failed. No matter.// Try again. Fail again. Fail better” (Worstward Ho). De fet, potser el títol més escaient o l’advertència que haurien d’incloure tots els estudis de teoria poètica eixiria d’un escurçament del seu “La poesia: problemes”. No obstant, l’ambigüitat del nostre, “L’espai del poema”, permet plantejar alguns dels temes que es tracten en les pàgines d’aquest volum i esbossar uns alters.
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En las páginas que siguen examinaré algunas consecuencias de la inestabilidad funcional del sujeto poético en la poesía actual, entendido este como algo más que una manifestación morfológica o un distribuidor deíctico que operan en el poema para sustentar una determinada cohesión enuncia¬tiva y discursiva. Esos dos parámetros, en concordancia con lo resuelto previamente por la narratología respecto a la figura del narrador en el relato, resultaron largamente privilegiados por las aproximaciones formal-estructuralista y semiótico-sintáctica al texto poético. Lo fueron, es cierto, en un segmento histórico en el que el propio concepto de poema solía ser más restringido en términos formales, elocutivos y culturales que el hoy comúnmente manejado, quizás por ins¬cribirse aquella coyuntura en lo que Jacques Rancière (2005) ha llamado régimen representativo del arte y de la literatura. En él, por cierto, la postulación desde la propia obra de un sentido de comunidad ética se impone a cualquier movimien¬to emancipatorio, algo esto último que para Rancière es más propio de un segundo régimen de identificación actuante en el terreno artístico, el estético. En correspondencia, el público, la audiencia, quienes leen en aquel primer régimen, se recono¬cerían como espectadores antes que como actores en el espacio material y simbólico por ellos ocupado. Justo por esto nos interesará igualmente la proyección que lo anterior introduce en los planos de la intersubjetividad y de lo público. Si bien, para creer que tal proyección resulte en algún sentido efectiva, o por lo menos real, en cualquiera de los dos regímenes de identificación indicados, no es exigible ya la convicción de que la poesía sea un arma cargada de futuro al modo –referencial, temático, retórico, performativo…– en el que determinados programas literarios e ideológicos próximos al socialrealismo comprendieron el lugar político del poema y en general del arte a lo largo de una buena parte del siglo XX.
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En este estudio se investigan nociones aportadas por la crítica literaria y socio-cultural en torno a la discursividad del espacio como modo de producción. Asimismo, se redefine el espacio poemático verbal en contraste con el espacio fractal y se propone un modo inclusivo de lectura del mismo basado en propuestas teóricas de diversas escuelas de pensamiento y nuevos espacios epistemológicos: formalismo (Víctor Shklovsky), postestructuralismo (Henri Lefebvre, Edward Soja Roland Barthes; Mitchell W. J. T.; Mieke Ball), psicología de la percepción (la Gestalt), el concepto de espacio negativo “Ma” (Alan Fletcher; Richard B. Pilgrim), la poética cognitiva (Gaston Bachelard; Peter Stockwell; Reuven Tsur). De modo particular, se analiza el concepto de espacio como agente semiótico en la poesía fractal de Ramon Dachs y Roger Olivella.
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The article presents the celebrated peleja (verse exchange) between Inácio da Catingueira and Romano da Mãe d'Água in the Brazilian North-East. The polemic peleja de cordel (a kind of chapbook), which evokes a poetic contest that allegedly took place in 1874 or 1875 in Recife, is regarded as the first of a kind that forms one of the most important phases in Brazilian cordel literature. On the one side stands a slave poet and on the other a landowner; each aims to defend and to characterize the race and social class to which he belongs. The article aims to demonstrate the influence of scientific thinking in popular literature, particularly with regard to ethnic and cultural miscegenation.
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Poetry began as a spoken art and remains one to this day, but readers tend to view the poem on the page as an impenetrable artifact. This book examines the performance of poetry to show how far beyond the page it can travel. Exploring a range of performances from early twentieth-century recitations to twenty-first-century film, CDs, and Internet renditions, Beyond the Page offers analytic tools to chart poetry beyond printed texts.Jill S. Kuhnheim, looking at poetry and performance in Spanish America over time, has organized the book to begin with the early twentieth century and arrive at the present day. She includes noteworthy poets and artists such as José Martí, Luis Palés Matos, Eusebia Cosme, Nicomedes Santa Cruz, Pablo Neruda, César Vallejo, and Nicolás Guillén, as well as very recent artists whose performance work is not as well known. Offering fresh historical material and analysis, the author illuminates the relationship between popular and elite cultural activity in Spanish America and reshapes our awareness of the cultural work poetry has done in the past and may do in the future, particularly given the wide array of technological possibilities. The author takes a broad view of American cultural production and creates a dialogue with events and criticism from the United States as well as from Spanish American traditions.Oral and written elements in poetry are complementary, says Kuhnheim, not in opposition, and they may reach different audiences. As poetry enjoys a revival with modern media, performance is part of the new platform it spans, widening the kind of audience and expanding potential meanings. Beyond the Page will appeal to readers with an interest in poetry and performance, and in how poetry circulates beyond the page. With an international perspective and dynamic synthesis, the book offers an innovative methodology and theoretical model for humanists beyond the immediate field, reaching out to readers interested in the intersection between poetry and identity or the juncture of popular-elite and oral-written cultures.
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Conferencia Magistral de Jaime Labastida Ochoa, Doctor en Filosofía por la UNAM y Director de la Academia Mexicana de la Lengua, como parte de la jornada de Cantabria Campus Nobel dedicada al Patrimonio y la Lengua.
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Contemporary visual poetry remains as hybrid and experimental an artistic modality as it was in the 20th century, with a continued emphasis on mixing temporal and spatial elements in a dynamic verbal–sound–visual structure. These essential aspects and techniques, still at work today, which originated in simple pattern poems from earlier centuries, reached their peak of sophistication with the Concretists and Neoconcretists. Today, however, intermedia practices have a tendency to focus more on certain aspects of our technoculture that resonate with an ‘altered’ mode of perception, keen on exploring uncharted territories through the newest technologies and the speed of information. To illustrate this attraction to the functional use of technologies, I have selected two representative artists, Bartolome Ferrando and Eduardo Kac. Their radically different lines of work and artistic intentions reflect, nonetheless, a similar conception of poems as (bio)dynamic objects, existing as living art within a continuum of possibilities. Ferrando is more interested in exploring the possibilities of condensing movement in a 2-D or 3-D surface, whereas Kac wants his poetic performances to interfere with the essentials of life itself. These authors prioritize the importance of non-linear sequencing with the organization of multiple levels of information in micro-units of space-time in order to manipulate the standard experiences and expectations of readers.
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Professionalization and political engagement are usually placed as incompatible in the case of journalism and the mainstream press, resulting in an identification of cultural resistance exclusively with alternative/amateur vehicles. I will use the concept of journalistic field as introduced by Pierre Bourdieu to review these assumptions and discuss a form of political resistance that acts in one's own area of knowledge, is not overtly political and whose effects are not immediately accountable for. Drawing examples from my research on two literary newspapers published in the 1950s in Brazil and Uruguay, this paper will focus on the implications of didacticism for literary criticism as a genre of newswriting. The analysis of these newspapers will lead to a reflection on two main issues: a) the conflict between the professionalization and democratization of literature; and b) the definition of resistance as necessarily an action that is against something. The article will reconsider education in journalism as a form of resistance, taking into account its risks of becoming political indoctrination and commercial manipulation, but emphasizing its potential as a way of expanding access to literature.
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This essay is a brief study of translation as a practice of aesthetic resistance seen from a historical and philosophical perspective. Translation is perceived as the process of transition and negotiation within the ‘third space' between various different hybrid cultural contexts and their discursive constraints, and referred to as ‘paratranslation'. It summarises the first attempts to think of translation as an almost ‘holistic' paradigm and the aesthetics of intervention from Romantic philosophy onwards. It attempts to show how Walter Benjamin's master narrative, the utopia of ‘pure language', encourages continuous resistance to the totalitarianism of the idea of the ‘original', to aesthetics (within the sense of the perception of the real) and to dominant discourses. It subsequently defines the idea of ‘progress', which considers translation as aesthetic resistance, as a process of construction in constant deconstruction. It concludes by exemplifying the notion of translation as a paradigm of intervention in modernity with a brief analysis of the transcreation performed by Erin Mouré on Fernando Pessoa/Alberto Caeiro's poetic cycle, O Guardador de Rebanhos (The Keeper of Sheep).
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1. Exploring the sights and sounds of experimental poetry. 2. Heard words: the resonance of the sound on the page. 3. Latin American origins of poetic performativity. 4. From the past into the future 5. The performativity of word, space, form. 6. Poetic performativity. Between art and poetry. 7. Futuristic innovations of past formulations.
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Tipo de recurso
- Artigo em Revista Científica (15)
- Gravação Vídeo (1)
- Livro (9)
- Secção de Livro (4)
Ano de publicação
- Entre 1900 e 1999 (3)
- Entre 2000 e 2026 (25)
- Desconhecido (1)