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Relações Interartísticas
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  • Ao acentuar a visualidade e o visionarismo das imagens verbais, ou a sua tensão e rapidez, a poesia de tradição moderna apresenta-se muitas vezes como uma espécie de cinema, uma arte na qual o fluxo das imagens desempenha um papel determinante. «O cinema extrai da pintura a acção latente de deslocação, de percurso. Tome-se um poema: não há diferença», escreveu Herberto Helder. Como pensar esta similaridade, esta convergência? Em que consiste o cinematismo da poesia? Os autores estudados neste livro encaminham-nos para algumas respostas. […] Quando são tidos em conta os diálogos da poesia com o cinema, a presença temática do universo cinematográfico é normalmente destacada, pelo que ganham especial relevância os poemas dedicados a filmes, realizadores e actores, ou os poemas que funcionam por processos ecfrásticos e por transposição narrativa. […] Há um outro tipo de relação entre a poesia e o cinema que diz respeito às cumplicidades entre duas artes que partilham uma extensa e multímoda reflexão sobre os processos de fazer imagem. Herberto Helder, Carlos de Oliveira, Luiza Neto Jorge, Al Berto, Luís Miguel Nava, Fernando Guerreiro ou Manuel Gusmão desenvolvem formas de intermedialidade situáveis nesse plano, que este livro procura apreender.

  • Quale esperienza di parole e immagini ci attende quando azioniamo dispositivi in mezzo a collegamenti ipermediali, quando ci facciamo strada tra link, tag e trigger, se ci sporgiamo da finestre elettroniche o vestiamo i panni di un avatar? E in quali modi la percezione e l'immaginazione rispondono oggi al carattere, per così dire, "vivente" di installazioni e artefatti neomediali, alla connessione comunicativa permanente, e ancora allo scambio ambientale tra produzione e fruizione dell'oggetto tecno-artistico? Il volume interroga i nuovi media e le nuove esperienze estetiche e comunicative globali a partire dagli inediti destini riservati a parole e immagini dal momento in cui, abbandonando i tradizionali scambi e conflitti, si misurano all'interno dello stesso medium digitale. Con percorsi che interessano i passaggi di soglia tra diversi media (Caprara-Velonà, Silvestri), i territori della comunicazione interattiva, anche pubblicitaria e le nuove forme di lettura e scrittura richieste dalla parola-immagine elettronica (de Kerckhove, Diodato, Gensini). Con incursioni nella web art e nella scrittura drammatica digitale, tra narrazioni, archivi, inventari e attori "sintetici" (Pizzo, Subrizi) e infine con le testimonianze di esponenti di spicco del panorama artistico, multimediale e comunicativo contemporaneo (Baruchello, Campus, Rosa/Studio Azzurro).

  • Índice Introducción de Jorge La Feria Prólogo de Eduardo A.RlLSSO Nota aclaratoria El cuarto iconoclasmo y otros ensayos herejes El cuarto iconoclasmo Repensando a Flusser y las imâgenes técnicas Ensayos en forma de hipermedia La fotografía como expresión del concepto Cuerpos y mentes en expansión El imaginario numérico El imaginario numérico: simulación y síntesis El arte deI video Máquina e imaginario: el desafio de las políticas tecnológicas Televisión: una cuestión de repertorio Los géneros televisivos y el diálogo Las voces del noticiero De la sinestesia o las imágenes de la música Reinvención del videoclip Por qué se desorganizan el lenguaje y el sentido? Antes y después deI cine El cine antes dei cine La caverna y e! acomodado r Anamorfosis cronotópicas o la cuarta dimensión de la imagen El fonógrafo visual La imagen técnica de la fotografia.a la sintesis numérica Tendencias recientes del audiovisual EI recorte de la figura Definición y pregnancia de la imagen EI eterno presente Azar y control en la edición Referencias Bibliográficas Nota sobre el autor

Última atualização da base de dados: 29/04/26, 23:00 (UTC)