A sua pesquisa
Resultados 6 recursos
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Este volumen nace con el propósito de producir conocimiento crítico sobre las prácticas poéticas en el espacio público, sus funciones y su eficacia dentro de éste. A la inestabilidad funcional de la poesía y lo lírico en la actualidad se une la noción de espacio público, entendida tanto desde su vertiente conceptual, filosófica y social, como desde su vertiente material, física, ligada a la (re)presentación escénica. Espacios, sujetos e instituciones se redefinen de la mano de esta combinación. Así, la inclusión de la espacialidad en una teoría poética actualizada, la constitución de nuevos sujetos y subjetividades y la identificación de públicos y prácticas en torno a los conceptos de performatividad e intervención constituyen los vectores fundamentales de este libro. Sin acotación de ningún tipo en términos lingüísticos, nacionales o interartísticos, los trabajos aquí recogidos se reparten entre lo teórico-crítico y metodológico, los estudios de caso y las reflexiones en primera persona, teniendo como objetivo último la valoración de la incidencia de la poesía en el espacio público y sus efectos socio-políticos.
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En una reflexión general sobre los procesos y prácticas culturales emergentes, Wlad Godzich subrayó la imposibilidad de estudiarlos de acuerdo con las categorías hegemónicas y convencionales, para las que en realidad suponen un desafío. La delimitación de la noción de poesía en nuestro tiempo, habida cuenta de su estatus multifuncional e inestable, es una tarea compleja. Refiriéndonos a la hibridación genérica y discursiva podríamos condensar la mayor parte de sus reformulaciones, causadas también por la aceptación de lo popular, lo masivo o lo tecnológico, y por la potencialidad crítica de la subjetividad y el sujeto. En línea con lo señalado por Godzich, tales cambios exigen nuevas perspectivas y metodologías de análisis, que vayan más allá de las derivadas de genologías de base apenas textual. Las poéticas que son objeto de estudio en este libro no serán acotadas en términos lingüísticos, nacionales o interartísticos; de forma correlativa, se presta atención a sistemas de significación no (solo) verbales, al acoger análisis sobre prácticas performativas, grafiti e intervención, poesía fractal o formatos televisivos, privilegiando siempre la investigación de su incidencia como interacción y mediación pública, además de sus efectos socio-políticos.
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Para começar a falar de “contaminações”, vou relatar uma viagem e uma performance que realizei. No dia 22 de junho de 2007, contrariando todos os conselhos de amigos, médicos e parentes, peguei um avião de Paris para Kiev, na Ucrânia, e de lá parti de carro, com um guia e mais duas pessoas, para Pripyat, a cidade fantasma onde houve em 1986 a famosa catástrofe de Chernobyl. Era uma viagem cheia de riscos, claro. Na cidade, a mais afetada pelo acidente, não se pode morar, não se pode comer, não se pode ficar muito tempo. Ali estávamos expostos a uma média de 130 microroentgens por hora de radiação gama, proveniente do césio que paira no local. Isso nos permitiria ficar, no máximo, duas horas. Ficamos quase seis. Apesar de não ser uma cidade propria mente turística, a arquitetura uniforme, remanescente do antigo bloco comunista, os edifícios em ruínas e de arestas enferrujadas, os objetos contaminados, deixados pelos mora dores há vinte anos, as ruas invadidas pelo mato causavam um estranho fascínio. Em determinado momento, avisei que eu precisaria me afastar do grupo e, diante do Palácio da Cultura, bem no centro da cidade, realizei a primeira (e provavelmente única edição da) Conferência poético-radioativa de Pripyat. A conferência contava com abertura solene, leitura de poemas meus e de Paul Dehn “poeta que escreveu sobre e sob a era atômica” e com o “abandono” de alguns livros no lugar. Ali, na solidão daquela conferência de um homem só, a milhares de quilômetros de qualquer coisa familiar, circundado pelo silêncio do fim do mundo, eu fazia, ainda que sem saber, um hino às contaminações, além, claro, de me contaminar, tornando-me, provavelmente, o primeiro poeta radioativo do mundo. Sim, haviam me alertado do risco de desenvolver um câncer ou gerar um filho anormal. Mas pergunto: não faria isso também parte da performance?
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He is the outlaw who has been dragged reluctantly, but relentlessly, ever closer to the art establishment. He is the artist who mocked museums and art galleries alike. Yet he chose to mount his first major exhibition in one of the crustiest museums imaginable – amidst the stuffed animals and the antique pianos of Bristol City Museum and Art Gallery – and made a huge success of it. When, in 2010, Time magazine selected him for its list of 100 most influential people in the world, along with the likes of Barack Obama, Apple’s Steve Jobs and Lady Gaga, he supplied a picture of himself with a paper bag (recyclable of course) over his head. For he is an artist unique in the twenty-first century: famous but unknown. He claims he needs this anonymity to protect himself from the forces of law and order. This was true in the past, but at this stage in his career most cities would welcome a new Banksy on the wall. The argument would be how best to preserve it, not how to lock up its creator. This book does not attempt to unmask him. Tales of scuttling around his home town of Bristol trying to convince childhood friends to reveal his identity would not make for very interesting reading. More important is the fact that fans, followers and even those who are just vaguely aware he exists, don’t want to know who he is. The New Statesman critic who derides it all as ‘ostentatious anonymity’ is very much in the minority. We all enjoy the mystery of the man who has somehow managed to get himself described as ‘Robin Hood’ even though he is hardly robbing the rich to feed the poor. What this book does do, however, is to follow his upward spiral from the outlaw – just one of many – spraying the walls of Bristol in the 1990s to the artist whose work commands hundreds of thousands of pounds in the auction houses of Britain and America. The outsider who has become an insider.
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Questo libro indaga i significati, gli usi e le implicazioni del termine "multimedialità" e gli scenari che si stanno definendo nelle trasformazioni linguistiche alla base dell'idea stessa di tale termine. Dunque storia, documentazione, analisi e un quadro completo delle possibilità applicative della multimedialità. L'autore analizza i mutamenti che il passaggio al digitale produce: le ibridazioni linguistiche e gli eclettismi di codici come l'immagine filmica e i linguaggi visivi in generale che utilizzano in modi crescenti i media digitali. Il dvd allegato contiene immagini audiovisive documentarie di installazioni multimediali nonché informazioni complementari al testo.
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Este artigo forma parte dun traballo de investigación máis amplo que intenta afondar na historia do Grupo de Comunicación Poética Rompente facendo unha crónica do grupo, así como unha recompilación de todos os textos que Rompente publicou ou que ficaron inéditos ou esquecidos pola crítica. Aquí faise unha aproximación a unha das actividades de Rompente: a performance. Destácase esta modalidade artística, tanto pola relevancia que tivo no momento como tamén pola repercusión que ía ter este xeito de interpretar a arte de modo interdisciplinario (poesía, música e pintura) na creación artística galega de finais do século XX. Téntase facer do mesmo xeito unha pequena reflexión sobre o concepto performance. In this article I will discuss one of the activities of the Grupo de Comunicación Poética Rompente: performance. This artistic form is emphasised for the relevance it had at a given period and for the repercussions that this form of interpreting art by interdisciplinary means (poetry, music, and painting) had on Galician artistic creation at the end of the twentieth century. In the same manner, I will try to offer some new considerations on the concept of performance.
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Tipo de recurso
- Artigo em Revista Científica (1)
- Livro (3)
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Ano de publicação
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Entre 2000 e 2026
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- Entre 2000 e 2009 (2)
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