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Ao fazer o balanço de quase meio século de estudos de mulher, coloca-se um dilema interessante. Vale a pena lutar mais cinqüenta anos para a integração, até agora não conseguida, das mulheres autoras no Cânone e na História da Literatura brasileira? Ou será que a própria ordem do seu discurso convencional impede a partilha desse espaço nacional privilegiado? Repensar funções e funcionamentos altamente politizados que tiveram nos séculos XIX e XX a historiografia das Literaturas nacionais e os cânones por ela estabelecidos, abre outros caminhos de outras historiografias e histórias para as quais uma arqueologia crítica do saber convencional, trazendo novas transgressões, subversões e descentramentos, permitirá esboçar novos itinerários.Abstract: Striking a balance of nearly fifty years of women’s studies, brings up an interesting dilemma. Should women fight fifty years more for the not yet realized integration of women-writers into the Canon and History of Brazilian Literature? Or should they realize that the order itself of its historiographical discourse makes the division or sharing of this privileged part of national territory impossible? Rethinking and questioning the highly politicized functions of literary historiography and its canons in the XIXth and XXth century, opens new ways of making historiography, history and canons, for which an archaeology of conventional knowledge brings up new transgressions, subversions and decentralizations and traces new itineraries.Keywords: Historiography; Order of discourse; Politics, Sexuality; Woman-author.
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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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The published works of Andi Nachon (Buenos Aires, 1970) comprise more than half a dozen single-authored collections of poetry, inclusion in several recent anthologies, and her own anthology of Argentine women poets. Her name appears in articles and works on recent poetry from Argentina, as in Diana Bellessi’s La pequeña voz del mundo. She also gives frequent readings on the Buenos Aires poetry circuit. Her work, though, lacks a sustained critical study. This is surprising. Nachon’s poetry occupies, in form and technique, a space between the dominant trends of 80s and 90s poetry – broadly speaking, the neobarroco and objectivismo – whilst her themes take in contemporary pop culture, political memory and resistance, and what might be termed the psychogeography of the city. Ambiguity – of subject or narrative position; of syntax; of geographical or physical position; and of gender – characterizes much of her work. For these and other reasons, a detailed reading of a selection of poems from throughout her career is somewhat overdue. This paper sets out to examine a number aspects of her poetry: the context from which her earliest work emerges; its development of novel forms of address, in relation to comparable near-contemporary poets; explorations of space, including a form of psychogeography, in both her early collections and her volume Taiga (2000); the subtle political engagements found in her poetry, including a later collection Plaza real (2004); before looking at her most recent poetry and its interaction with non-poetic forms. Questions of the lyric and what has been called by Baltrusch and Lourido (2012) and Casas (2012), amongst others, “non-lyric poetry”, are central to these analyses.
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Este volumen nace con el propósito de producir conocimiento crítico sobre las prácticas poéticas en el espacio público, sus funciones y su eficacia dentro de éste. A la inestabilidad funcional de la poesía y lo lírico en la actualidad se une la noción de espacio público, entendida tanto desde su vertiente conceptual, filosófica y social, como desde su vertiente material, física, ligada a la (re)presentación escénica. Espacios, sujetos e instituciones se redefinen de la mano de esta combinación. Así, la inclusión de la espacialidad en una teoría poética actualizada, la constitución de nuevos sujetos y subjetividades y la identificación de públicos y prácticas en torno a los conceptos de performatividad e intervención constituyen los vectores fundamentales de este libro. Sin acotación de ningún tipo en términos lingüísticos, nacionales o interartísticos, los trabajos aquí recogidos se reparten entre lo teórico-crítico y metodológico, los estudios de caso y las reflexiones en primera persona, teniendo como objetivo último la valoración de la incidencia de la poesía en el espacio público y sus efectos socio-políticos.
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En una reflexión general sobre los procesos y prácticas culturales emergentes, Wlad Godzich subrayó la imposibilidad de estudiarlos de acuerdo con las categorías hegemónicas y convencionales, para las que en realidad suponen un desafío. La delimitación de la noción de poesía en nuestro tiempo, habida cuenta de su estatus multifuncional e inestable, es una tarea compleja. Refiriéndonos a la hibridación genérica y discursiva podríamos condensar la mayor parte de sus reformulaciones, causadas también por la aceptación de lo popular, lo masivo o lo tecnológico, y por la potencialidad crítica de la subjetividad y el sujeto. En línea con lo señalado por Godzich, tales cambios exigen nuevas perspectivas y metodologías de análisis, que vayan más allá de las derivadas de genologías de base apenas textual. Las poéticas que son objeto de estudio en este libro no serán acotadas en términos lingüísticos, nacionales o interartísticos; de forma correlativa, se presta atención a sistemas de significación no (solo) verbales, al acoger análisis sobre prácticas performativas, grafiti e intervención, poesía fractal o formatos televisivos, privilegiando siempre la investigación de su incidencia como interacción y mediación pública, además de sus efectos socio-políticos.
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Para começar a falar de “contaminações”, vou relatar uma viagem e uma performance que realizei. No dia 22 de junho de 2007, contrariando todos os conselhos de amigos, médicos e parentes, peguei um avião de Paris para Kiev, na Ucrânia, e de lá parti de carro, com um guia e mais duas pessoas, para Pripyat, a cidade fantasma onde houve em 1986 a famosa catástrofe de Chernobyl. Era uma viagem cheia de riscos, claro. Na cidade, a mais afetada pelo acidente, não se pode morar, não se pode comer, não se pode ficar muito tempo. Ali estávamos expostos a uma média de 130 microroentgens por hora de radiação gama, proveniente do césio que paira no local. Isso nos permitiria ficar, no máximo, duas horas. Ficamos quase seis. Apesar de não ser uma cidade propria mente turística, a arquitetura uniforme, remanescente do antigo bloco comunista, os edifícios em ruínas e de arestas enferrujadas, os objetos contaminados, deixados pelos mora dores há vinte anos, as ruas invadidas pelo mato causavam um estranho fascínio. Em determinado momento, avisei que eu precisaria me afastar do grupo e, diante do Palácio da Cultura, bem no centro da cidade, realizei a primeira (e provavelmente única edição da) Conferência poético-radioativa de Pripyat. A conferência contava com abertura solene, leitura de poemas meus e de Paul Dehn “poeta que escreveu sobre e sob a era atômica” e com o “abandono” de alguns livros no lugar. Ali, na solidão daquela conferência de um homem só, a milhares de quilômetros de qualquer coisa familiar, circundado pelo silêncio do fim do mundo, eu fazia, ainda que sem saber, um hino às contaminações, além, claro, de me contaminar, tornando-me, provavelmente, o primeiro poeta radioativo do mundo. Sim, haviam me alertado do risco de desenvolver um câncer ou gerar um filho anormal. Mas pergunto: não faria isso também parte da performance?
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La obra de Miguel Hernández, vapuleada y amada en igual medida tanto en su época como con posterioridad a su muerte, circulo en la posguerra apenas o nada: publicada fragmentariamente y por editoriales foráneas, por ejemplo Losada, de origen argentino, y sesgada por la censura, como la propia vida del autor, la misma no contaba con dimensiones precisas, ni mucho menos constituía una producción ordenada y fijada por la crítica especializada. No obstante, el tardío franquismo no pudo impedir el regreso lento pero sostenido del interés por el poeta y su apremiante reivindicación. El espesor intimista y combativo de sus poemas encontraron un paradigma transparente, por citar el caso más representativo, en el álbum que Joan Manuel Serrat dedica al oriolano en 1972.
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Esta tese de doutoramento pretende nun primeiro momento afondar na historia e análise do grupo poético Rompente, así como no seu contexto social e cultural. A partir deste marco examínase o concepto vangarda e como se desenvolveu no espazo temporal da Transición á democracia e autonomía de Galiza. Desta forma, a dixitalización e establecemento da obra de Rompente en soporte dixital facilitará o posterior estudo e dotará a comunidade investigadora dunha serie de documentos que, en moitos casos, ficaron inéditos ou descatalogados, polo cal o seu acceso era difícil de encamiñar. Estes pretenden focalizar o discurso de vangarda na Transición e na construcción do campo literario galego nesta altura. Así, o marco cronolóxico que abrangue a investigación é o que corresponde ao período de 1975 (nacemento da formación) até 1983 (disolución do grupo). A partir das novas interpertacións verbo da Transición revísase o campo literario galego, especialmente no que atinxe ao xénero lírico, mais dende un prisma socioliterario. Paralelamente, o marco teórico empregado encádrase nas dinámicas sociolóxicas de P. Bourdieu, E. Sanguineti e X. González-Millán. Este modelo de traballo permítenos entender mellor o desenvolvemento do campo, o rol da vangarda como repertorio a camino entre ideoloxía, política e praxe literaria, e tamén para desglosar a historia do grupo Rompente da forma máis exhaustiva posible. A revisión de conceptos chave como literatura nacional, vangarda, posmodernidade ou vangarda posmoderna, historiografía ou desconstrucción forman parte da escrita da tese. Non se busca nesta investigación unha reflexión dende a teoría da literatura destes conceptos. Forman parte do modelo teórico e explícanse en documento anexo, así é como se aportan apuntamentos verbo das dinámicas destes termos e como foron entendidos e practicados neste momento da historia do campo. O grupo Rompente amosou no seu devalar tres tipos de escrita: a) ensaio, b) creación poética e c) performance e produción radiofónica. Desta forma, desenvolveranse dous tipos de análise paralelos. Por una banda imos atender a produción teórica (sempre en cotexo coa teorías contemporáneas e practicadas en campos paralelos), para nun seguinte capítulo entender mellor a praxe literaria emanada do grupo. Atendendo a este último espazo de análise imos destacar tres tipos de texto. En primeiro lugar teriamos o texto poético estrictu senso, no que se analizan os documentos publicados (Crebar as liras, Follas de Resistencia Poética, Silabario da turbina, Triloxía dos Tres Tristes Tigres e A dama que fala), o manifestó Fóra as vosas sucias mans de Manoel Antonio! e tamén aquelas colaboracións illadas en revistas da época. A performance sería a segunda liña de traballo do grupo, da cal daremos conta a partir das análises practicadas por axentes críticos como A. Kaprow ou R.-L Goldberg, pretendendo demostrar como na Transición se deron experiencias vanguardistas que empatan coas dinámicas máis innovadoras na esfera internacional. En último lugar focalizaremos a experiencia radiofónica con Radio Esquimal e aqueles textos inéditos que rescatamos para dixitalizar e dar a coñecer. Estes tamén os imos pór en diálogo con outras experiencias paralelas noutros campos como o traballo desenvolvido por S. Beckett. A nivel xeral, desenvolveranse diferentes interpretacións do fenómeno literario de vangarda e do concepto de ideoloxía. Considero que as teorías da socioloxía da literatura e as dos Cultural Studies poden amosar un rendemento óptimo, xa que se intenciona describir como o grupo Rompente desconstrúe socio-literariamente e ideoloxicamente a vangarda mundial para o campo literario galego.
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La performance poética que Batato Barea realizó en la presentación de la galería del Rojas, en 1989, para inaugurar la muestra de Liliana Maresca Lo que el viento se llevó colocó en primer plano aquello que Mladen Dolar (2007) denominó como “política de la voz”. El uso paródico que hizo el clown-travesti-literario respecto de la historia de la declamación de poesía estableció diferentes modos de fuga de aquella corporalidad rígida, proveniente de los procesos de homogeneización de la lengua de comienzos del siglo XX y reiterada como emblema del disciplinamiento de los cuerpos durante el período dictatorial. El poema recitado, -“Sombra de conchas” de Alejandro Urdapilleta- y la performance de Batato Barea hacían entrar, a través del repertorio gestual histórico de la declamación de poesía, nuevos posicionamientos sobre la subjetividad, teniendo como horizonte la puesta en primer plano de la teatralidad en distintas artes durante la posdictadura argentina. Paralelamente, junto a la escucha de esta voz paródica, puede rastrearse, en las performances del clown y del grupo Las coperas, un registro ambivalente, que absorbía los tonos imaginarios que la literatura ya había volcado sobre sí para ese entonces.
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This study presents an analysis of the appropriation of public space by cultural producers in Cuba, with a focus on art collectives, in particular, OMNI Zona Franca from Alamar, east of Havana. Based on primary research conducted with the artists, cultural producers, and scholars, I discuss OMNI’s work in the context of the history and formation of a nascent movement for civil society in Cuba, locating the collective’s work within the matrix of alternative and African diasporic cultural production. The latter is framed as part of a historical continuum and in the context of the discussion of race that emerged in Cuba’s public sphere during the 1990s with a concurrent movement among black Cuban artists to address issues of race. Situating OMNI’s work in a longer history of Afro-Cuban cultural production in Cuba as well as within the history of art collectives this study demonstrates how OMNI’s participation in the public sphere relates to social practice, appropriation of space, alternativity, and the forging of a wide coalition of civil and artistic alternatives among diverse communities. I draw on discourses on the production of space, particularly those of Henri Lefebvre and Raymond Williams, and argue that the unique and specific history of Alamar provided a fertile ground for alternative culture where multiple and countercultural expressions could be incubated and take root. The struggle over public space and the attempts by artists to create an autonomous public sphere in Cuba have led to continual conflict with the state. Using Gramsci’s theorization of civil society as incorporating both the hegemonic and contestatory realms, I contend that the level of contestation in OMNI Zona Franca’s work should be seen as counter-hegemonic expression aimed at altering the status quo. Producing new social relations, the collective’s practice is offered as an example of how art and cultural production is inaugurating alternative counter-spaces in the context of a demand for a more inclusive and representative Revolutionary public sphere.
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Una biblioteca con libros de historia, ilustraciones, colecciones de VHS, cartucheras de DVDs, compilaciones periodísticas, testimonios, revistas literarias, fotografías, grabaciones sonoras, filmes. Un exhibidor de objetos, disfraces, instrumentos musicales, muñecos. Solicitadas en diarios, invitaciones a eventos, reconstrucciones de espacios, mapas de ciudades, circuitos virtuales en 3D. La imaginación es capciosa, ya que aun cuando efectivamente la reproductibilidad técnica hubiera podido hacer una copia y un registro absoluto, la performance tampoco estaría allí. Su ausencia se distingue de la ruina; el acontecimiento no regresa, no simplemente porque haya pasado el tiempo, sino porque no estaba hech para perdurar.
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This book explores the themes of displacement, exile and migration in the work of the most important Argentine poets since the 1950s. The book outlines the poetry of key authors in the second half of the twentieth century as well as writing by younger poets at the turn of the century. It includes generous selections of the original poems with new translations into English by the author.
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Este trabajo se propone señalar las prácticas de poesía ligadas a la performance y la teatralidad en la región del Río de la Plata durante los procesos de finalización de la dictadura y comienzos de la democracia, hacia finales del siglo XX. Menciona brevemente una historia del género y los problemas metodológicos que presenta la investigación. Desarrolla, además, la emergencia de formas de la teatralidad en las producciones artísticas y políticas de comienzos de 1980 en Argentina, período marcado por la transición democrática, para ubicar en este marco la producción del poeta y dramaturgo Emeterio Cerro.
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During the twentieth century, two movements in Cuban art played a critical role in creating an expanded space for societal debate and cultural expression: the artistic avant-garde and the Afro-Cuban movement. Initially flourishing in the late 1920s and early 1930s, these collective efforts took on new forms in the changed environment after 1959. After the Revolution, conditions for cultural production changed with the official position that art should serve ideological functions, but both avant-garde and Afro-Cuban production continued, at the risk of conflict with the state. In the face of a restrictive state that sought to control such expressions, the Afro-Cuban movement and avant-garde art collectives developed along parallel, and sometimes intersecting, lines.
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After centuries of symbolic and political oppression, Galicia has been recognized by the Spanish constitution as a historic nationality. However, despite a certain degree of political autonomy, Galician identity is threatened by increasing homogenization in the economic, social, cultural and linguistic fields. In the early 1990s the aesthetic movement Bravú constructed an aesthetic community, sustained by an ideological project, and with the aim to, on the one hand, prevent Galician culture from becoming folklore stuck in a time warp and, on the other hand, to validate Galician identity. The Bravú artists refused the historically inherited outsider position and contributed to a reinvention of Galician identity and of a political ideal within a cosmopolitan, internationalist framework and by reversing social stigmas through their works and performances.
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Centred around Antonio Gramsci's concept of hegemony, this paper employs a critical globalisation theory framework to argue that the 1990s notion of ‘changing the world from below', understood as resistance to capitalist globalisation through a ‘transnational civil society', requires re-theorisation in the light of the contemporary developments in Our America. I make a methodological case for a neo-Gramscian approach to argue that ‘counter-hegemony', together with an adequate theorisation of the state and power, should be the preferred concept over the inherently apolitical and under-theorised ‘alter-globalisation'. Whilst the alter-globalisation movement's ideational and normative challenges to hegemony (captured in ex-British prime minister Thatcher's There-Is-No-Alternative-Doctrine, TINA) are undisputed, the transformation of the global geographies of power through local actors alone has remained illusory. Rather, the experience of the Bolivarian Alliance for the Peoples of Our America - Peoples' Trade Agreement (ALBA-PTA) strongly suggests that counter-hegemonic globalisation theory will have to consider the roles of both the ‘state-in-revolution' and the ‘transnational organised society'. This will be shown through the analysis and theorisation of the ALBA-PTA as a multi dimensional inter and transnational counter-hegemonic regionalisation and globalisation project that operates across a range of sectors and scales.
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The concept of ‘resistance' has turned into a critical tool in different areas of political, philosophical and sociological thought. At the same time, the notion seems to be as productive as it is diffuse. ‘Resistance' is used in very specific contexts in scientific or technical disciplines, and with extreme flexibility in social and cultural studies. In the latter two areas, the concept is often used without prior reflection on its characteristics and limitations. In What is Philosophy?, Deleuze provides a possible framework for conceiving cultural and political practices of resistance as positions of force, when he defines contraction as ‘a contemplation that preserves the preceding in the following'. The purpose of this article is to understand political ecologism in its activist and poetical dimensions, in light of a Deleuzian interpretation of resistance.
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Professionalization and political engagement are usually placed as incompatible in the case of journalism and the mainstream press, resulting in an identification of cultural resistance exclusively with alternative/amateur vehicles. I will use the concept of journalistic field as introduced by Pierre Bourdieu to review these assumptions and discuss a form of political resistance that acts in one's own area of knowledge, is not overtly political and whose effects are not immediately accountable for. Drawing examples from my research on two literary newspapers published in the 1950s in Brazil and Uruguay, this paper will focus on the implications of didacticism for literary criticism as a genre of newswriting. The analysis of these newspapers will lead to a reflection on two main issues: a) the conflict between the professionalization and democratization of literature; and b) the definition of resistance as necessarily an action that is against something. The article will reconsider education in journalism as a form of resistance, taking into account its risks of becoming political indoctrination and commercial manipulation, but emphasizing its potential as a way of expanding access to literature.
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This article offers a pragmatic and relational analysis of the controversial heuristic of cultural resistance and presents some of the problems that affect the production and distribution of the poetic discourses of resistance and emancipation. To that end, it focuses on the incorporation of the historicity and the historic contingency of conflict as key elements of the subjectification constituted by the poem of resistance as “poem for the political”. It also explores the applicability of certain notions common to the contemporary critical tradition, as developed by scholars such as Badiou, Mouffe, Rancière, Bal and Žižek.
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Tipo de recurso
- Artigo em Conferência (2)
- Artigo em Revista Científica (25)
- Dissertação (3)
- Livro (4)
- Secção de Livro (4)
Ano de publicação
- Entre 1900 e 1999 (6)
- Entre 2000 e 2026 (32)