A sua pesquisa
Resultados 7 recursos
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No presente trabalho, pretende-se realizar uma investigação acerca das relações entre melancolia, enunciação e literatura, especificamente, em três grandes nomes da poesia contemporânea em língua portuguesa: Noémia de Sousa (Moçambique), Florbela Espanca (Portugal) e Ana Cristina Cesar (Brasil). Para tanto, foram selecionados textos em que se verifica a recorrência da dicção melancólica como traço constituinte da lírica de cada uma das poetisas. Pretende-se, com tal análise, verificar que a constituição de uma poética da melancolia nessas autoras, resguardados os devidos panoramas histórico-culturais, instaura-se no limiar entre os questionamentos existenciais do indivíduo e a crítica aos modelos institucionais e às questões políticas e sociais vigentes, estabelecendo um processo que reverbera uma melancolia coletiva na voz do eu-lírico.
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Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.
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Werne Wolf iniciava el seu treball “The lyric: Problems of Definition and Proposal for Reconceptualisation” (2005: 21-56) de forma irònica, però també amb lucidesa. L’obria amb una cita molt coneguda de Samuel Beckett, que recentment un tenista suís, Stan Wawrincka, s’ha tatuat a l’avantbraç: “Ever tried. Ever failed. No matter.// Try again. Fail again. Fail better” (Worstward Ho). De fet, potser el títol més escaient o l’advertència que haurien d’incloure tots els estudis de teoria poètica eixiria d’un escurçament del seu “La poesia: problemes”. No obstant, l’ambigüitat del nostre, “L’espai del poema”, permet plantejar alguns dels temes que es tracten en les pàgines d’aquest volum i esbossar uns alters.
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En las páginas que siguen examinaré algunas consecuencias de la inestabilidad funcional del sujeto poético en la poesía actual, entendido este como algo más que una manifestación morfológica o un distribuidor deíctico que operan en el poema para sustentar una determinada cohesión enuncia¬tiva y discursiva. Esos dos parámetros, en concordancia con lo resuelto previamente por la narratología respecto a la figura del narrador en el relato, resultaron largamente privilegiados por las aproximaciones formal-estructuralista y semiótico-sintáctica al texto poético. Lo fueron, es cierto, en un segmento histórico en el que el propio concepto de poema solía ser más restringido en términos formales, elocutivos y culturales que el hoy comúnmente manejado, quizás por ins¬cribirse aquella coyuntura en lo que Jacques Rancière (2005) ha llamado régimen representativo del arte y de la literatura. En él, por cierto, la postulación desde la propia obra de un sentido de comunidad ética se impone a cualquier movimien¬to emancipatorio, algo esto último que para Rancière es más propio de un segundo régimen de identificación actuante en el terreno artístico, el estético. En correspondencia, el público, la audiencia, quienes leen en aquel primer régimen, se recono¬cerían como espectadores antes que como actores en el espacio material y simbólico por ellos ocupado. Justo por esto nos interesará igualmente la proyección que lo anterior introduce en los planos de la intersubjetividad y de lo público. Si bien, para creer que tal proyección resulte en algún sentido efectiva, o por lo menos real, en cualquiera de los dos regímenes de identificación indicados, no es exigible ya la convicción de que la poesía sea un arma cargada de futuro al modo –referencial, temático, retórico, performativo…– en el que determinados programas literarios e ideológicos próximos al socialrealismo comprendieron el lugar político del poema y en general del arte a lo largo de una buena parte del siglo XX.
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Professionalization and political engagement are usually placed as incompatible in the case of journalism and the mainstream press, resulting in an identification of cultural resistance exclusively with alternative/amateur vehicles. I will use the concept of journalistic field as introduced by Pierre Bourdieu to review these assumptions and discuss a form of political resistance that acts in one's own area of knowledge, is not overtly political and whose effects are not immediately accountable for. Drawing examples from my research on two literary newspapers published in the 1950s in Brazil and Uruguay, this paper will focus on the implications of didacticism for literary criticism as a genre of newswriting. The analysis of these newspapers will lead to a reflection on two main issues: a) the conflict between the professionalization and democratization of literature; and b) the definition of resistance as necessarily an action that is against something. The article will reconsider education in journalism as a form of resistance, taking into account its risks of becoming political indoctrination and commercial manipulation, but emphasizing its potential as a way of expanding access to literature.
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This essay is a brief study of translation as a practice of aesthetic resistance seen from a historical and philosophical perspective. Translation is perceived as the process of transition and negotiation within the ‘third space' between various different hybrid cultural contexts and their discursive constraints, and referred to as ‘paratranslation'. It summarises the first attempts to think of translation as an almost ‘holistic' paradigm and the aesthetics of intervention from Romantic philosophy onwards. It attempts to show how Walter Benjamin's master narrative, the utopia of ‘pure language', encourages continuous resistance to the totalitarianism of the idea of the ‘original', to aesthetics (within the sense of the perception of the real) and to dominant discourses. It subsequently defines the idea of ‘progress', which considers translation as aesthetic resistance, as a process of construction in constant deconstruction. It concludes by exemplifying the notion of translation as a paradigm of intervention in modernity with a brief analysis of the transcreation performed by Erin Mouré on Fernando Pessoa/Alberto Caeiro's poetic cycle, O Guardador de Rebanhos (The Keeper of Sheep).
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El siglo XX se terminó –y el XXI empezó o, todavía, espera– con una crise de vers no menor de la que Mallarmé diagnosticó –y contribuyó a precipitar– a finales del XIX. El signo de la crisis, sin embargo, es distinto: con el simbolismo se trataba de una tensión no resuelta entre los instrumentos tradicionales de la poesía y la búsqueda de algo nuevo, de recomienzo. El mundo cambiaba visiblemente y a poesía buscaba su lugar en una situación demasiado volátil para su necesidad de pisar suelo firme. En esa zona de transición se carga el resorte que va a impulsar las primeras vanguardias. La crisis de hoy es menos un desconcierto que un compás de espero.
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Ano de publicação
- Entre 2000 e 2026 (6)
- Desconhecido (1)