A sua pesquisa
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En la escena poética de fines del siglo XX, un nutrido conjunto de voces ha vueltoa interrogarse sobre el sentido del binomio literatura-compromiso, reabriendo el debate entorno a un asunto que parecía cancelado por las conquistas democráticas y la condiciónescéptica de la posmodernidad. Se trata de una serie de propuestas que, desde planteamientosestéticos a veces enfrentados, colabora en la elaboración de respuestas, o siquiera deincómodas preguntas, ante las urgencias del espacio público originadas por el nuevo escenariode la globalización, las contradicciones del capitalismo postindustrial y las presioneshomologadoras de la sociedad contemporánea. A la luz de un corpus significativo de poéticas,que postulan modos diversos de encarar las relaciones entre poesía, historia, ideología opolítica, este trabajo persigue aquilatar el significado y los matices que en la coyuntura deentresiglos ha ido tomando la noción histórico-literaria de compromiso. Una noción que, porun lado, se encarna en discursos poéticos retóricamente heterogéneos; y, por otro, acusa unavisible renovación de sus fundamentos teóricos, y de sus ideales formales y temáticos, queautoriza a hablar de un compromiso después del compromiso, al romper con algunas de susclaves más arraigadas e instaurar una quiebra con los modelos históricos más emblemáticos.
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Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.
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Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.
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The new digital and electronic media force us to redefine the contrasting notions of orality and literacy, which now move into cyberespace. These technologies are memory machines which help to preserve knowledge, and increase its productivity by means of multimedia codes capable of generating manipulable works which could not be accomplished by the classic media. Those works are often defined by their open and fragmentary nature, allowing interactive and open access, and teamwork in different locations. This article concentrates on digital poetry and its movement back to orality, subverting systematic, rule-bound, linear and ordered spaces in writing.
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This article offers a pragmatic and relational analysis of the controversial heuristic of cultural resistance and presents some of the problems that affect the production and distribution of the poetic discourses of resistance and emancipation. To that end, it focuses on the incorporation of the historicity and the historic contingency of conflict as key elements of the subjectification constituted by the poem of resistance as “poem for the political”. It also explores the applicability of certain notions common to the contemporary critical tradition, as developed by scholars such as Badiou, Mouffe, Rancière, Bal and Žižek.
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This essay is a brief study of translation as a practice of aesthetic resistance seen from a historical and philosophical perspective. Translation is perceived as the process of transition and negotiation within the ‘third space' between various different hybrid cultural contexts and their discursive constraints, and referred to as ‘paratranslation'. It summarises the first attempts to think of translation as an almost ‘holistic' paradigm and the aesthetics of intervention from Romantic philosophy onwards. It attempts to show how Walter Benjamin's master narrative, the utopia of ‘pure language', encourages continuous resistance to the totalitarianism of the idea of the ‘original', to aesthetics (within the sense of the perception of the real) and to dominant discourses. It subsequently defines the idea of ‘progress', which considers translation as aesthetic resistance, as a process of construction in constant deconstruction. It concludes by exemplifying the notion of translation as a paradigm of intervention in modernity with a brief analysis of the transcreation performed by Erin Mouré on Fernando Pessoa/Alberto Caeiro's poetic cycle, O Guardador de Rebanhos (The Keeper of Sheep).
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O artigo que aqui se inicia parte de uma reflexão mais genérica sobre a imagem e a visualidade na cidade, para se centrar num exemplo que considero particularmente interessante para o estudo das dinâmicas contemporâneas de apropriação do espaço urbano que recorrem a dispositivos de natureza visual. A cidade é, neste contexto, tomada como artefacto cultural, uma fabricação histórica participada por agentes com poderes e desejos desiguais. Nesta arena conflitual habitam pessoas e comunidades com condições, vontades, práticas e representações, dissemelhantes. A cidade espelha esta multiplicidade ontológica com propensão a revelar-se na matéria visível do quotidiano. À tona emergem sinais, social e culturalmente significativos, que contribuem para a fundação de um ecossistema simbólico e comunicativo particular. Podemos, eventualmente, encarar a existência de uma cultura visual urbana (Wells, 2007) dada a especificidade de agentes, gramáticas e mecanismos de comunicação que conseguimos antever neste território.
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Tipo de recurso
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Ano de publicação
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Entre 2000 e 2026
(7)
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Entre 2000 e 2009
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Entre 2000 e 2009
(1)