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Like the generation connected with the Lisbon-based journal Orpheu, the group connected with the journal Presença also embraced satire comfortably and understood it as one of the components that most accentuates the critical dimension of the artist’s multifaceted personality. In this article, which seeks to fill a void in the studies of the Presença group, I assert that their satire is one of the processes through which the personality of the poet is revealed in confrontation with the world and with others. But satire and satiric notes are also expressions of the dialogical alterity of an egotistical I-poet with his Id and his Superego (Freud). The satire of José Régio and Miguel Torga is a force that comes from a person conscious of his uniqueness and of his will to impose the sovereignty of his psychic voice on reality or on a sometimes imposing hyper-reality.
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Dividida em oito livros – "Poema Feio", "Folclore Íntimo", "Livro de Maldições", "O Resto da Minha Alegria", "Útero", "A Cobrição das Filhas", "Três Minutos antes de a Maré Encher" e "A Remoção das Almas" –, Publicação da Mortalidade é a terceira "poesia reunida" de Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 1971), depois de Folclore Íntimo (2008) e de Contabilidade (2010). (...) A avaliar pelo itinerário poético de Valter Hugo Mãe e pelo que o autor afirma nas notas autorais das suas duas primeiras coletâneas de "poesia reunida", publicação da mortalidade anuncia futuras recolhas de poemas. Se é de esperar que ao poeta interessará que esse novo livro seja "a passagem para um tempo outro mas como um estádio intermédio e nunca uma fixação definitiva", já quando acontecerá essa nova publicação é, no mínimo, imprevisível. Apenas dois anos (de 2008 para 2010) separaram as duas primeiras recolhas, enquanto que da segunda para a terceira há um intervalo de quase uma década.
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En la escena poética de fines del siglo XX, un nutrido conjunto de voces ha vueltoa interrogarse sobre el sentido del binomio literatura-compromiso, reabriendo el debate entorno a un asunto que parecía cancelado por las conquistas democráticas y la condiciónescéptica de la posmodernidad. Se trata de una serie de propuestas que, desde planteamientosestéticos a veces enfrentados, colabora en la elaboración de respuestas, o siquiera deincómodas preguntas, ante las urgencias del espacio público originadas por el nuevo escenariode la globalización, las contradicciones del capitalismo postindustrial y las presioneshomologadoras de la sociedad contemporánea. A la luz de un corpus significativo de poéticas,que postulan modos diversos de encarar las relaciones entre poesía, historia, ideología opolítica, este trabajo persigue aquilatar el significado y los matices que en la coyuntura deentresiglos ha ido tomando la noción histórico-literaria de compromiso. Una noción que, porun lado, se encarna en discursos poéticos retóricamente heterogéneos; y, por otro, acusa unavisible renovación de sus fundamentos teóricos, y de sus ideales formales y temáticos, queautoriza a hablar de un compromiso después del compromiso, al romper con algunas de susclaves más arraigadas e instaurar una quiebra con los modelos históricos más emblemáticos.
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Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.
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Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.
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Poeta, romancista, cronista, dramaturgo e autor de livros destinados ao público infantil e juvenil, Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 1971) é um dos escritores mais importantes do atual panorama literário português. A sua obra, lida em Portugal e no estrangeiro, reconhecida pela crítica especializada mas ainda não suficientemente estudada, solicita cada vez mais, pela sua riqueza e complexidade, um estudo de conjunto. Com este livro, que reúne trinta e oito ensaios de estudiosos da literatura portuguesa, proponho-me contribuir para a divulgação e o conhecimento de uma obra que, já consideravelmente extensa, se distribui por diversos géneros do discurso e alcança por isso um público amplo e diversificado.
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The article presents the celebrated peleja (verse exchange) between Inácio da Catingueira and Romano da Mãe d'Água in the Brazilian North-East. The polemic peleja de cordel (a kind of chapbook), which evokes a poetic contest that allegedly took place in 1874 or 1875 in Recife, is regarded as the first of a kind that forms one of the most important phases in Brazilian cordel literature. On the one side stands a slave poet and on the other a landowner; each aims to defend and to characterize the race and social class to which he belongs. The article aims to demonstrate the influence of scientific thinking in popular literature, particularly with regard to ethnic and cultural miscegenation.
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In October 2007, over the course of a weekend, several hundred people descended on Coronel Pringles, a small town in the Argentine pampas. For two days they would participate, along with many of the town’s residents, in a series of workshops and performances held under the aegis of the Asociación Civil Estación Pringles, an organization founded in 2006 and headed by the poet Arturo Carrera. This inaugural event centered on the practice of declamation, one of the ‘viejas prácticas sociales y artı́sticas’ (‘timeworn social and artistic practices’) that Estación Pringles seeks to place into dialogue with the work of contemporary artists, writers and performers. In its founding statement, the project casts this dialogue in theatrical terms, calling itself ‘una plataforma o una escena donde prácticas estéticas dispersas en un espacio lateral puedan agregarse, articularse, hacerse visibles’ (‘a platform or scene where aesthetic practices, scattered throughout a lateral space, might come together, be articulated, become visible’). Indeed, an emphasis on theatricality would reappear in Carrera’s closing remarks to the 2007 gathering, in which he couches the practice of declamation in terms of a ‘teatrito,’ a ‘little theater’ (Estación Pringles).
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Nos proponemos aquí reconstruir la travesía de la canción amorosa en Joan Manuel Serrat, uno de los íconos consagrados de la canción de autor española. El núcleo problemático de la intimidad intentará abordarse, en principio, en su desbrozamiento como construcción discursiva e histórica, en múltiples niveles. Una segunda cuestión, también expuesta brevemente, intentará trazar un panorama sobre las representaciones del amor en la canción de autor española surgida por los sesenta en su aparente ruptura con los modelos de la «canción folklórica» y otros géneros coetáneos. Finalmente, abordaremos las representaciones del amor trazadas por las canciones de Serrat, en sus diversos y encontrados acentos y matices. Desde la reescritura de la tópica amorosa enmarcada en una nueva «sentimentalidad» histórica, la ironía, la parodia y la reflexión crítica sobre las instituciones sancionadas por el sistema, Serrat dibuja un mapa en el que, a un tiempo, genera en sus receptores el doble efecto de extrañamiento y de reconocimiento, invitándolos a la sorpresa y a la complicidad.
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O macrocampo onde a sátira oral se expande com o vigor cortante dos epigramas é o do elemento humano. Nesta forma de expressão pontuam figuras, tipos humanos e classes sociais que, pelos seus vícios, tiques ou ações, se tornaram objecto de derisão destrutiva. Categoria estética relegada, regra geral, para as franjas mais marginais do sistema semiótico literário oral tanto pelos intérpretes-autores como pelos estudiosos e pelos recetores – como não raro sucede na sátira da literatura tout court –, a sátira em verso constitui um instrumento ao serviço da nomeação daquilo que, num determinado momento histórico, é visto como degenerescência da sociedade ou como vício e maldade de alguns dos seus membros (pessoas e instituições).
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[P1] «El discurso escrito, en general, y el discurso historiográfico, en particular, surgen en América Latina por el impulso que les comunica una colisión determinante entre el "mundo" que viene a imponer sus leyes (su concepción de lo real y verdadero) y el "mundo" de las culturas avasalladas, hegemonizadas por los imperios que las aglutinaban en una concordancia más o menos voluntaria sobre otra concepción de lo "real" y lo "verdadero": por ello, el momento del encuentro significa para ambos mundos la presencia, antes apenas vislumbrada por los ojos de la fantasía, de la distinción de la otredad. El hombre del mundo avasallante, el conquistador que llega a asentar sus "dominios", que no son otros que los dominios del imperio feudal en expansión (dentro del cual, como un gusano en la manzana, ya germina el capitalismo acumulativo), tendrá que mostrar a los que le envían, a la clase dominante de la cual él es la punta de lanza, el valor de sus aspiraciones y demostrar (se) frente a una ideología escindida, la legitimidad de las mismas, de este modo, se escriben las "querellas" dramáticas que se conocen con el nombre de crónicas de la Conquista: la primera literatura testimonial escrita en suelo o en ámbito latinoamericano, que comprende una serie de manifestaciones discursivas que pretenden narrar la "verdad" sobre los hechos, y que casi siempre empiezan con párrafos metadiscursivos que explicitan esta intencionalidad. Así, Bernal Díaz del Castillo comienza su Historia verdadera de la conquista de la Nueva España del siguiente modo...»
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[P]: Se habla mucho en estos días del "testimonio". ¿Pero qué es, precisamente, un testimonio? ¿Una forma discursiva o varias? ¡Algo con un valor esencialmente "documental", extraliterario, o un nuevo género literario? Y si es de hecho un nuevo género literario, ¿en qué consiste su efectividad estética particular? ¿Cómo se distingue de formas como la autobiografía o la novela narrada en primera persona, como la picaresca? Pensando en estas preguntas, logro reunir de los materiales que tengo por casualidad en casa el siguiente corpus testimonial ad hoc (que refleja en parte mis intereses como profesor de literatura, en parte mi militancia en el movimiento de solidaridad con Centroamérica en mi ciudad).
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